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Starbucks.

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Starbucks.

Mensagem por O Herdeiro em Seg Nov 20, 2017 3:36 pm




Starbucks


Um ótimo lugar para parar e descansar de passeios turísticos e tomar um café, seja com a galera, ou sozinho o importante e se deliciar na maior cadeia de cafeterias do mundo. Localizado na 54-56 Greenwich Church Street, Londres.
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Re: Starbucks.

Mensagem por Skye Lucie Tangreen em Qua Nov 22, 2017 5:03 pm




credits for Mia

Starbucks
Skye respirou fundo o ar carregado com o cheiro de café, chocolate e baunilha — tão familiar ao seu olfato — ao entrar na loja. Seu corpo foi impelido para a fila enorme que se estendia pela loja em direção ao balcão enquanto procurava, ansiosamente, o tal pianista que a diretora mandou encontrar. Era seu primeiro trabalho como solo no teatro, estava nervosa e ansiosa. Pesquisara-o na internet havia algum tempo: Kenneth Rykker era um cara muito bom. De certa forma o admirava, mas mesmo assim... Não sabia o que estava por vir.

Sua vez chegou não tão logo quanto queria, sua impaciência estava no auge quando pediu seu mocaccino com pouco açúcar e um pouco de canela. A moça do caixa — uma jovem muito simpática que realmente não merecia todo o seu mau-humor — sorriu, anotou seu pedido no tablete com apenas alguns toques e um outro homem, também jovem, mas menos sorridente — parecia gostar do trabalho tanto quanto ela gostava de trabalhar na sorveteria de Bodolf — fez seu café mocha sem muita animação. A ruiva o pagou e pegou, sentando-se numa mesa vazia no fundo do salão, para dois.

Colocou seu copo de plástico no tampo da mesa e começou a batucar a mesa de madeira, esperando, sua ansiedade transformada em impaciência, e novamente para ansiedade. Tomava goles intercalados em sua bebida, olhando para a janela, procurando pelo famoso pianista.

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Re: Starbucks.

Mensagem por Kenneth Rykker em Dom Nov 26, 2017 2:30 pm

Kenneth Rykker
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Um sorriso brotou nos lábios do jovem de madeixas negras e olhos azuis-claros, à medida que ele caminhava pelas ruas da capital inglesa.
Seguindo para a Starbucks.
Local onde encontraria a sua nova parceira de espetáculo, uma jovem bailarina chamada Skye Tangren, cuja fama nos palcos era quase inexistente.
Diferentemente de Kenneth que era conhecido como a mais nova estrela da Royal Opera House, por sua habilidade quase mítica nos pianos.
Apesar disso o jovem não se sentia satisfeito, pois, mesmo conquistando um grande público com suas melodias, ele ainda não estava sendo capaz de conquistar os compatriotas do seu próprio mundo.
Isso mesmo! O seu próprio mundo! Já que Kenneth era um ser dotado de magia (um bruxo).
No entanto, não era conveniente mencionar sobre isso no momento, afinal, ele tinha de encontrar a senhorita Tangreen e acertar os últimos detalhes de sua parceria.
— Senhor Rykker. — Cumprimentou um dos funcionários da Starbucks, no momento que ele entrou no local. Uma vez que o Rykker era um assíduo frequentador do lugar.
— ‎Bom dia. — Retribuiu o cumprimento, esboçando um pequeno sorriso.
Enquanto observava a área em busca da jovem, notando a mesma há poucos metros acomodada a uma mesa.
Vamos lá, Rykker. Respirou fundo e caminhou na direção da jovem.
— Senhorita Tangreen. — Balbuciou em cumprimento, parando a frente da ruiva com um discreto sorriso.
Encarando os seus traços físicos por alguns segundos, antes de voltar a falar.
— Pontual, isso é ótimo. — Acrescentou.
Puxando uma cadeira e sentando.
Esperando que ela fosse uma bailarina habilidosa, pois, no quesito, beleza, ela estava acima de qualquer outra parceira com quem ele já havia trabalhado.
— Então… — Ajustou o colete negro que usava naquela manhã.
— ‎Como está? — Indagou.
— ‎Vamos resolver logo a nossa situação, certo? — Arqueou uma sobrancelha e mordiscou o lábio inferior.
Encarando a mulher a espera de sua resposta.




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Re: Starbucks.

Mensagem por Alaska Lightwood em Qua Nov 29, 2017 8:44 pm

I got new rules, I count 'em

A cafeteria não era muito longe, mas agregado ao percurso até saírem do parque, totalizava uns bons dez minutos. A pose defensiva da universitária caiu por terra logo após revelar seu "segredo", sua herança mágica. Conservava ainda uma breve hesitação, como um véu sobre o rosto, exibido apenas quando assuntos mais pessoais eram trazidos fosse de qualquer tamanho. Hogwarts, incluída no pacote. Foi necessária uma boa dose de persuasão partida da docente para que a Lightwood revelasse que em suas roupas, durante sete anos, havia tido o leão grifinório bordado.

Outros assuntos, como a fascinação da jovem adulta pelo mundo trouxa saíam fáceis, quase naturais, embora a mais nova descendesse de família tradicional no meio bruxo. No caminho, Alaska havia apresentado à Coraline o funcionamento de seus fones bluetooth, que seguiam cantando – àquela altura, New Rules, cuja batida a bruxa acompanhou desavergonhadamente com o corpo.

Quando chegaram, enfim, ao estabelecimento já conversavam mais tranquilas. Alaska, tomando a dianteira sem sequer notar o hábito egoísta, seguiu diretamente para o caixa "Eu vou querer um Caramelo Brulé Frappuccino" pediu, acrescentando o tamanho logo em seguida e então desviou o olhar para a Aodhaigh: "Para tomar aqui. Você vai querer o que?"

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Re: Starbucks.

Mensagem por Murïel Bauer Aodhaigh em Qua Nov 29, 2017 10:49 pm

i'm on the edge
Uma Lightwood. A garota que me atraíra naquele parque enorme era justamente uma Lightwood. Minha expressão de surpresa superou a minha fala indiferente. - Conheço alguns. - E então, me levanto e passo as mãos nas roupas e tomamos nosso caminho para o Starbucks. 

No caminho graças à Mérlin a conversa foi se desenrolando de maneira mais natural, ela havia me apresentado aos fones de ouvido por bluetooth, algo totalmente diferente do que eu estava acostumada nos meus dias de estudante. Não que fizesse tanto tempo, mas mesmo assim. 

Alaska toma a frente na fila quando chegamos ao estabelecimento, espero atrás dela lendo todas as opções possíveis. Quanto mais eu lia, mais me sentia confusa sobre o que escolher. Eu não tinha muito costume de conviver entre os trouxas e minha vontade de pedir uma cerveja amanteigada teve que dar espaço para me fazer realizar o pedido. 

- Quero o mesmo. - Falo olhando agora para a formada Grifina, tentando agir com naturalidade e torcendo mentalmente para que aquela coisa fosse boa. Mas bem, se ela estava pedindo, não poderia ser tão ruim assim. Tiro o dinheiro do bolso do meu shorts e entrego para a universitária. - Aqui. - Eu pagaria pelo café meu e dela, e se ela reclamasse insistiria até ela aceitar. 
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Re: Starbucks.

Mensagem por Alaska Lightwood em Qui Nov 30, 2017 2:56 pm

I got new rules, I count 'em

Alaska girou sobre os próprios pés, franzindo as sobrancelhas para a docente. "Não." afirmou, categórica, como se a mera sugestão fosse loucura. Embora o convite houvesse partido de Muriel, ela que escolhera o ambiente. "Por minha conta." garantiu, voltando-se para o atendente. "E adicione um muffin de frutas vermelhas." disse enquanto as mãos corriam para o bolso externo da bolsa-carteiro, o único fecho separado que contava apenas com a tarjeta magnética da jovem. Merlin sabia quando ela encontraria o cartão se deixasse no bolso principal, magicamente encantado.

Estendeu o pedaço de plástico retangular enquanto acrescentava. "Aliás, Alaska e Coral." explicou, apontando para si e para a nova conhecida. "Vamos sentar ali." prosseguiu, mantendo o cartão estendido para o funcionário.

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Re: Starbucks.

Mensagem por Skye Lucie Tangreen em Qui Nov 30, 2017 6:02 pm




credits for Mia

Starbucks
Skye avistou o pianista poucos minutos após sentar na mesa em poucos metros de distância do balcão. O loiro a avistou de não muito longe — pudera, seu cabelo vermelho era um tanto inconfundível — e não estava tão empolgado em trabalhar com ela. Aprumou-se, sentando-se ereta na cadeira, batendo na mesa enquanto via o pianista se aproximar.

Ele a cumprimentou com um olhar quase cético e a ruiva parou de batucar na mesa com as unhas, cruzou as pernas sob a mesa e segurou o copo de plástico com o emblema do Starbucks. Estava nervosa em finalmente conhecê-lo, isso era verdade, mas não iria demonstrá-lo.

Sorriu para o homem e respirou fundo, ele era direto, era bonito, com a aparência de alguém que podia acabar com a autoestima de qualquer um se essa não fosse forte o suficiente. Entretanto Skye sabia seu valor, sabia o que podia dar e sabia seus limites. Não se deixaria levar por aquilo, até porque, aquilo era uma relação estritamente profissional e nada mais que isso.

— Va tutto bene, signor Rykker. — disse e respirou fundo. Bom, às vezes escorregava com os idiomas, mas não tinha muito mais o que fazer. Umedeceu os lábios. — Mi scusi, às vezes escorrego no idioma. — disse, sentindo meu rosto esquentar com vergonha, mas não me atrevi a abaixar o rosto como faria quando fosse adolescente. — Então, temos horários e dias de ensaio para resolver.

Tomou um gole de seu café, tentando ignorar o fato de ele ser um famoso pianista, com inúmeras páginas na internet falando sobre, e ela ser resumida em nada — somente uma garçonete numa  sorveteria no Beco Diagonal. Oh no, non andare lì Skye, você sabe seu valor, ele não pode e nem vai esmagar sua autoestima. Disse a si mesma, voltou seu olhar para Rykker, tombando a cabeça para o lado.

— Contanto que não seja de manhã... — dá de ombros, olhando-o, procurando disfarçar suas inseguranças. — Por mim tudo bem.

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Re: Starbucks.

Mensagem por Murïel Bauer Aodhaigh em Sex Dez 01, 2017 4:10 pm

i'm on the edge
Ouço a recusa da garota com certo choque, dando uma risada logo em seguida, ainda sem acreditar que ela tinha mesmo recusado que ela pagasse. - A próxima vez é por minha conta, então. - Falo quando Alaska finaliza o pedido com o atendente, guardo o dinheiro no bolso do jeans e passo as mãos pelo cabelo, fazendo-o cair desarrumadamente pelos ombros. 

Vou na mesa que Alaska escolhe, a brisa estava fresca e muito boa, perfeita para aquele cochilo da tarde. Mas aquela não era a hora certa. - Está com pressa? - Pergunto á garota enquanto me sentava em uma das cadeiras e me encostava na mesma, de forma relaxada e tranquila. Os olhos correndo pela garota à minha frente, ela era realmente muito bonita. 
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Re: Starbucks.

Mensagem por Kenneth Rykker em Qui Dez 07, 2017 9:29 pm

Kenneth Rykker
O Pianista


O rapaz se acomodou confortavelmente na cadeira, à medida que escutava as respostas da ruiva para as suas perguntas. Porém, ele não entendia muito bem o significado de algumas palavras proferidas pela mesma, uma vez que ela era italiana, e ele não tinha fluência em seu idioma.
— Tudo bem, senhorita. — Tranquilizou-a.
Já que ela parecia ter notado o deslize no idioma falado e a confusão aparente demonstrada na expressão de Kenneth.
— Mas espero que não faça isso com frequência, uma vez que não sou fluente em italiano é isso pode vir a nos atrasar um pouco nos ensaios. — Acrescentou.
Imaginando como a interação entre ambos poderia ficar confusa é irritante, caso ela não fosse completamente fluente na língua inglesa.
Pois, ele não teria tempo para buscar traduções sobre o que ele falava, tampouco esperar explicações referentes a isso.
Mas, bem, eles tinham um assunto a resolver, e ele não faria o papel de patrão escroto no momento. (Se é que ele poderia ser chamado de patrão).
Arqueou uma sobrancelha, notando que ela parecia envergonhada, e suavizou um pouco a sua expressão.
Tentando parecer mais simpático.
— Eu não gosto de ensaiar de manhã mesmo. — Esboçou um pequeno sorriso para ela.
— Serão sempre no fim da tarde, porém, eu não gosto de atrasos. — Informou, adotando uma expressão mais sisuda. — Então nem pense em chegar atrasada, ou teremos grandes problemas. — Manteve o olhar sobre ela, observando os seus traços físicos com atenção, pensando em que peça ambos deveriam trabalhar.
Contudo, inevitavelmente imaginando como ela ficaria graciosa num figurino de ballet.
Droga Rykker! Pare com esses descaramentos… Meneou a face de um lado a outro, espantando tais pensamentos.
Focalizando a sua mente no momento presente, não em pensamentos desnecessários.
— Então… Não me contou em que peças trabalhou antes, além disso, porque não pode ensaiar pela manhã? — Indagou.
Gesticulando para um funcionário do local vir atende-lo em seguida, pois, ele precisava urgentemente beber algo, talvez um cappuccino.




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Re: Starbucks.

Mensagem por Skye Lucie Tangreen em Sab Dez 16, 2017 3:57 pm




credits for Mia

Starbucks
A ruiva sorriu quase irônica, embora guardasse algum ressentimento do fato de nunca ter feito nenhuma peça importante para sua carreira, ao contrário de Rikker que tinha uma boa bagagem de experiência com shows e concertos. Não podia dizer que não era uma honra trabalhar com ele, mas ele parecia um pouco esnobe ao seu ver. Skye simplesmente ajeitou-se na cadeira, tomando uma postura profissional enquanto observava.

– Que bom que concordamos com isso, sr. Rikker. Não sou de me atrasar. – disse a ruiva em um semblante sério e respirou fundo, cruzando as pernas sob o tampo da mesa. – E eu não trabalhei em nenhuma peça mais importante do que as peças de natal da faculdade. Fui a Clara de Quebra-Nozes. – Skye ergueu ambas as sobrancelhas e deu de ombros. – Nenhuma peça importante e, considerando que eu estou começando minha carreira agora, preciso de dinheiro para pagar o aluguel. Então trabalho em uma sorveteria na parte da manhã. Por isso não posso ensaiar esse horário.

Observou o homem pedir um cappuccino e Skye pediu mais um mocaccino – o seu acabara e o copo estava vazio no tampo da mesa – sorrindo suavemente para o atendente. Era o mesmo que a havia atendido quando pediu a primeira bebida e ele continuava mal-humorado, e não podia dizer que não sabia como ele estava se sentindo.

– Não preciso exatamente perguntar em quais peças trabalhou, estou certa? Quase todas estão na internet. – disse e sorriu novamente para o garçom, que trouxera a bebida e tomou um gole demorado antes de continuar – Escolhe bem com quem vai tocar, sr. Rikker.

Sorriu de lado, secretamente, lembrando-se também de alguns escândalos que o envolvia. Decidiu não perguntar, no entanto. Mal se conheciam e seria intrusão demais na vida daquele charmoso e um tanto quanto misterioso pianista se ela perguntasse se as notícias que vira na internet eram verdadeiras ou falsas. Bebeu mais um gole de seu café e respirou fundo, curvando-se sobre a mesa e apoiando o rosto nas mãos.

– E como foi trabalhar com eles? – perguntou.


Depois de algum tempo de conversa em que decidiam o horário e local de ensaios, eles apertaram as mãos, pagaram suas devidas bebidas e saíram juntos da cafeteria.

[OFF com Kenneth Rikker]


Última edição por Skye Lucie Tangreen em Seg Jan 22, 2018 8:15 pm, editado 2 vez(es)

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Re: Starbucks.

Mensagem por Octávio Villanova em Dom Dez 17, 2017 7:47 pm

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Era sábado a noite e eu estava em casa, entediado e desejando que a morte me pegasse logo. Cada músculo do meu corpo doía e eu não tinha nenhum relaxante muscular em casa - não abastecia meu estoque de remédios há tempos, sempre passava em frente ao boticário do Beco Diagonal, mas sempre deixava pra comprar o necessário em outro momento.
- Como sinto falta de um adulto responsável na minha vida! Resmunguei, enquanto tirava o gato preguiçoso que ressonava no meu colo, o coloquei sobre um travesseiro e segui até o banheiro. Minha aparência não estava tão ruim, entretanto, algumas olheiras sob meus olhos denunciavam minhas noites mal dormidas - lavei o rosto na pia para conseguir um pouco de disposição para ir na rua.
Ao sair de casa, vesti um casaco qualquer e enfiei meu celular com os fones de ouvido e minha carteira no bolso. Apesar de fria, a noite estava bastante movimentada, diversas pessoas transitavam animadas de um lado para o outro - ficava imaginado para onde estavam indo com tanta empolgação. Segui com passos ligeiros até a farmácia mais próxima, um senhorzinho muito gentil me atendeu e me convenceu a comprar uma variedade de outros medicamentos - nunca se sabe quando se vai precisar, não é?
Quando pisei do lado de fora do estabelecimento, notei um Starbucks do outro da rua - meus pés me guiaram para lá imediatamente. Estava vazio, exceto por um casal que conversava sobre amenidades em uma das mesas, os ignorei e voltei minha atenção para um atendente que me encarava, curioso.
- Ah, um capuccino com chocolate, por favor. Ele assentiu e anotou meu pedido, enquanto eu pagava. Fiquei encarando a rua lá fora, o céu ameaçava chover. Meu café ficou pronto e decidi que seria melhor tomar em casa, não queria tomar um banho de chuva. Pedi para que embalassem o café e voltei para casa.

Octávio

 
 
 
clumsy @ sa!


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Re: Starbucks.

Mensagem por Alaska Lightwood em Dom Dez 17, 2017 10:17 pm

I got new rules, I count 'em

Alaska tombou levemente a cabeça para a direita, mordiscando de leve o lábio. Próxima vez? Isso soava interessante, mesmo que excessivamente confiante. Um sorriso desenhou-se novamente nos lábios, divertido, enquanto a morena guardava os itens na bolsa.

"Na próxima vez é uma boa, mas já vou adiantando que não quero mais saber de Starbucks" salientou, retirando a bolsa e largando-a descuidadamente a sua esquerda, em um espaço vago. "Nem só de café vive uma mulher." acrescentou, brincando. "Não muito, pra ser sincera." respondeu, apoiando os braços na mesa, as palmas repousando na mesa confortáveis enquanto aguardavam o frapuccino. "Eu realmente tinha que estudar, mas sempre dá pra adiar isso, não é mesmo?" brincou novamente, rindo ao final. "Mas longe de mim te prender aqui, se você tiver outros compromissos vou entender."

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Re: Starbucks.

Mensagem por Murïel Bauer Aodhaigh em Seg Dez 18, 2017 12:50 pm

i'm on the edge
Uma risada sonora ecoa dos meus lábios pelas brincadeiras feitas por Alaska, ela era extremamente fofa com o jeito brincalhão e juvenil que tinha. Percebo a preocupação da garota com o tempo livre que eu tinha, e então, quando começo a falar que ela não deveria se preocupar, o nome dela ecoa pelo balcão. Nosso pedido estava pronto. Imediatamente me levanto da cadeira e vou buscar as coisas, apenas uma gentileza. 

- Aqui. - Falo ao entregar as coisas dela e me sentar novamente na cadeira olhando para a rua e dando um bom gole no meu frapuccino. Sinto a bebida me refrescar muito bem, aquilo era mesmo uma delícia. Os trouxas sabiam fazer boas bebidas afinal de contas. - Então, você pelo jeito é muito estudiosa, hm? - Pergunto em meio à um gole e outro, voltando a encarar os olhos azuis da garota à minha frente.
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Re: Starbucks.

Mensagem por Alaska Lightwood em Seg Dez 25, 2017 5:17 pm

I got new rules, I count 'em


A jovem acenou com a cabeça negativamente, rindo. "Como podemos ver, muito." acrescenta, irônica, para então envolver a taça de vidro, tomando o primeiro gole do conteúdo doce que desce acariciando a garganta da Lightwood. "Eu sou uma negação, na verdade. Não sei como passei em Hogwarts." admite, encolhendo os ombros ainda com os lábios ocultos pela taça erguida. "Sorte que os professores gostavam do meu irmão e isso se estendeu pra mim, eu acho." finalmente baixando a taça, a grifinória explicou. "Mas eu me esforço." acrescentou, como se valesse de algo. "Todos os dias eu tento dar uma introduzida nos próximos assuntos... mas são planos, né, raramente funcionam."

(...)

Entre conversas, risos e confissões sem importância a tarde seguiu. Os frappuccinos foram trocados por chocolates e garrafas d'água geladas e Alaska, perdida na imensidão azul que era o olhar de Coral, permitiu-se perder uma tarde inteira em pura diversão e conversa jogada fora. Não lembrava-se a última vez - descontado o primeiro dia de aula, na faculdade de Comunicação - que estivera tão a vontade com uma (quase) completa estranha. A Lightwood poderia ter continuado ali por mais quarenta e cinco dias, se não fosse o aparelho trouxa que apitou insistentemente, exigindo a atenção da morena.

Acatando os pedidos de atenção no smartphone, os dedos ágeis de Alaska escreveram um tô chegando para o irmão, responsável pelas centenas de mensagens. Despediu-se da docente - com um casto beijo da bochecha - e afirmou que voltariam a se falar com um vago te mando uma coruja antes de se retirar.

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