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Plataforma 9 ¾

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Plataforma 9 ¾

Mensagem por O Herdeiro em Seg Nov 20, 2017 4:46 pm




Plataforma 9 ¾


Para chegar na plataforma 9 ¾ é preciso atravessar uma barreira mágica entre as plataforma 9 e 10. Após fazer a travessia irá encontrar o Expresso de Hogwarts.
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Re: Plataforma 9 ¾

Mensagem por Erick Lightwood em Qui Dez 07, 2017 10:21 pm



Cheguei atrasado e afoito a plataforma de onde saia o expresso para Hogwarts, rapidamente fui até ao bagageiro do trem para deixar minhas maiores malas, era estranho perceber como a maioria dos alunos estavam felizes e conversando enquanto eu não fazia a menor de ideia do que me esperava nessa nova escola, de todo modo eu teria que ir para a mesma ou perderia mais ano de estudo o que não era nada legal. Logo adentrei no expresso e fui a procura de uma cabine vazia, já que eu não estava muito afim de socializar com ninguém naquele momento.

(off)

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Re: Plataforma 9 ¾

Mensagem por Pandora O. Sørensen em Qui Dez 07, 2017 11:26 pm



9 ¾

Pandora empurrava com certa dificuldade seu carrinho, afinal uma de suas mãos estava ocupada segurando a guia de Buddy, que sinceramente não era um cachorro normal, minutos antes ele havia parado contra seu próprio reflexo em uma vidraça e iniciado uma sessão de latidos que chamou a atenção de todos que passavam por ali. Seu ferimento do ocorrido no Beco Diagonal já não era mais um incomodo entretanto as vezes o contato com o local trazia algumas dores na região.

—Buddy, por aqui. — Chamou a ruiva colocando-se frente a um pilar que anos atrás o cachorro ao seu lado fizera o favor de transformar em seu 'banheiro', o resultado fora um chão encharcado por urina que viera a causar diversas quedas, naquele momento a sonserina fitou o animal ao lado lançando-lhe um olhar de repreensão —Não, já causou muita confusão da última vez.

Num piscar de olhos estavam do outro lado e como sempre a plataforma estava repleta de alunos, muitos daqueles eram rostos novos que estariam embarcando pela primeira vez, todavia para Pandora seria a última vez, por um lado se sentia aliviada e por outro completamente sem chão, afinal ali fora sua casa por longos sete anos. Suspirou antes de voltar a guiar o cão. —Vamos Buddy, precisamos encontrar uma cabine!     



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Re: Plataforma 9 ¾

Mensagem por Mia Backer Appel em Qui Dez 07, 2017 11:36 pm


>>King’s Cross<<

Back to School
Suspirei ao sair do supermercado, estávamos bem adiantados da hora em que deveríamos chegar na estação. Havíamos nos separado da família de James para comprar alguma comida trouxa pelo caminho, estávamos com uns quatro pacotes de salgadinhos em uma sacola e meu amigo grifino levava um engradado de latinhas de coca-cola em uma mão. Não sei por que ele queria tantas latinhas de coca, mas fazer o que, né?

Estávamos caminhando pelo estacionamento do local, eu tentava fazê-lo rir, andando de costas e fazendo caretas. Estava animada por voltar às aulas. Era melhor do que ficar no apartamento da minha tia. Até que era legal, no início, quando minha prima não ligava se eu era bruxa ou não, mas com o tempo... As amigas dela descobriram. Quando minha mãe morreu e fui morar com a irmã dela...

Era bom voltar às aulas, simplesmente.

Eu andava de costas, James não parecia tão animado, mas eu tentava fazê-lo se animar, afinal, finalmente veria seus companheiros de banda e sua namorada suspirei, rolando os olhos. Fazendo uma careta. Não que eu não gostasse de Summer, eu a adorava, era a melhor irmã de Logan — ou Wolverine, como eu gostava de chamá-lo — um amigo de biblioteca (podemos dizer assim) que fiz depois do meu terceiro ano.

Quando me virei pra frente novamente, uma mulher com um lenço turquesa estava abrindo o porta malas de uma Duster e vi a caixa de papelão aberta, com um pedaço de cobertor saindo para fora e vi o filhotinho saindo da caixa, pulando como uma pipoquinha. Eu ri e me aproximei da mulher, olhando o cachorrinho pular alegremente, às vezes caindo em cima de outro filhote e este reclamava, em seu sono tranquilo. Outros cinco filhotes espalhavam-se não muito apertados pelo espaço da caixa.

— Que lindo. — disse, me aproximando da mulher. Ela sorriu para mim e colocou uma placa enfeitada com uma purpurina cor-de-rosa: Adote-me sorri para ela e mordi o lábio, voltando o olhar para James, que se aproximara com o engradado de coca na mão. — Posso ficar com um? Tipo, qualquer um?

Ela assentiu sem dizer uma palavra e fez movimentos com a mão.

— Ela é muda. — disse uma moça que estava ao seu lado. Ela parecia a filha, com o mesmo cabelo encaracolado e os olhos castanhos. A moça sorriu para mim e assentiu. — Ela está dizendo que sim, pode levar qualquer cachorrinho que quiser.

Sorri e quase dei pulinhos de felicidade, como uma menina feliz que acabado de ganhar um presente que queria muito. Eu olhei todos os filhotinhos de cima, observando-o qual me agradava mais e vi o cachorrinho que parecia uma pipoquinha agitado, tentando acordar seus irmãozinhos e sorri. Apontei para ele e a moça assentiu, sorrindo brevemente. Peguei-o em meu colo, deixando a sacola com os salgadinhos pendurada em meu pulso enquanto o acalentava.

— Olha, Oakheart, tenho um cachorrinho. — disse, em um tom baixo, enquanto sentia o cachorrinho me lamber com sua linguinha pequena e molhada. Bom, eu o levaria comigo e depois me preocuparia com a reação de minha tia a ele. — Obrigada, muito obrigada. — disse, abraçando a mulher com um braço.

Ela sorriu e falou algo para sua filha que se dirigiu a mim, com um pacotinho transparente com um pouco de ração.

— Que nome dará a ele? — traduziu e eu sorri, lembrando-me da forma que o vi a primeira vez, pulando, tentando alcançar a borda da caixa.

— Pipoca. — disse, pegando a sacolinha com a ração e colocando-a junto com os salgadinhos na sacola. — Mais uma vez obrigada. Mesmo.

Então saímos dali, caminhando e brincando, como estávamos antes, até a Estação King’s Cross — um caminho que marcou em minha cabeça — e, de lá, passamos pela pilastra que dava para a plataforma 9 ¾, onde encontraríamos Astra, Aaron, Logan, Summer e todo o resto.

Eu acompanhei James pela confusão, não estávamos atrasados, mas a plataforma estava cheia demais, mal havia como passar entre os alunos e seus familiares, mas logo encontramos Astra e Aaron na confusão. Mostrei meu novo cachorrinho para ambos, além das compras que eu e o grifino fizéramos, mas logo nos separamos novamente. Dissemos que nos encontraríamos no trem, ou em Hogwarts, não importava. Astra também tinha seus amigos, como nós tínhamos os nossos.

Queria mostrar Pipoca para Logan e para Summer e... Para Oliver... Suspirei no caminho, enquanto tentava acompanhar o passo rápido de James. Eu segurava em sua manga para não me perder em toda aquela confusão, como acontecia quase sempre. Assim que achamos os Cunninghan, deixei que um sorriso se abrisse em meus lábios. Logan estava lá, com aqueles cabelos loiros escuros, Summer também e quando viu meu melhor amigo, seus olhos brilharam e eu rolei os olhos.

Logo me aproximei de Logan, cumprimentando os outros com um sorriso animado, e mostrei Pipoca ao meu amigo. Eu estava quase pulando quando o fiz.

— O nome dele é Pipoca. — disse, carinhosamente alisando o pelo macio do Corgi minúsculo o qual só tinha orelhas. — Ele não é lindinho?!

Então, após alguns minutos, quando o maquinista já dava sinal para sairmos, entramos no trem. Escolhemos uma cabine em que eu, Logan, James, Summer e os meninos da banda cabíamos e ficamos ali, até chegarmos à Escola.

[Off]


Última edição por Mia Backer Appel em Sab Dez 09, 2017 10:32 am, editado 2 vez(es)

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Re: Plataforma 9 ¾

Mensagem por Maëva Bauer Aodhaigh em Sex Dez 08, 2017 11:34 am



9 ¾, here we going.
with my babies in 9 ¾ plataform

Não era de seu feitio atrasar, porém Eva já sabia que iam acabar chegando em cima da hora por causa de Maxon. Durante um mês inteirinho, seu irmão se portava em uma condição de luto pela coruja que havia perdido, a Madonna, e isso só desencadeava mais birras, frustrações e teimosias da parte do mais velho. Naquele dia em questão, não estava sendo muito diferente.  

Enquanto Eva andava calmamente, ainda pela plataforma trouxa, Maxon se movimentava de forma lenta e preguiçosa, não querendo atravessar a parede sem Chopin, seu rato - que por algum motivo estava desaparecido justo naquele dia. Entre uma feição neutra e rolagens de orbes, Eva suspira, reconhecendo o início de outro ano em Hogwarts, — Você sempre perde ele quando estamos indo para a plataforma, Maxon. — A corvina diz, sem sequer olhar para o mais velho enquanto empurrava seu carrinho de pertences. — No final, ele com certeza acha uma maneira de chegar até você. Infelizmente. — Uma pausa se segue à medida que ambos se encontram de frente a parede que serviria de portal. — Bem... Caso queira perder um outro ano letivo em Hogwarts, fique a vontade. Mas eu estou indo. — Eva sorri, concluindo a frase enquanto olha de relance para o irmão antes de impulsionar-se em direção a parede, atravessando para outra realidade. Teve apenas de esperar alguns segundos para que Maxon surgisse ao seu lado, com uma faceta emburrada.

Ao reconhecer uma movimentação mais à frente, pôde visualizar dois rostos parecidos e familiares. Eva passa seu lábios sob os dentes antes de esboçar um sorriso e cutucar Maxon. — Olha lá. Seu namorado e sua cunhada. — Profere de um modo divertido enquanto aponta para Caleb e Sienna, que iam se aproximando. Ficou por alguns segundos encarando Caleb com um sorriso de canto, finalmente matando a saudade em silêncio... Porém, fora surpreendida por aperto em sua cintura, fazendo-a recuar seu corpo ao olhar para a figura que estava ao seu lado. Ela sorri, satisfeita com a presença. — Hani! — Já fazia muito tempo que não via sua melhor amiga e demonstrou isso em um abraço reconfortante.




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Re: Plataforma 9 ¾

Mensagem por Oliver L. Cunninghan em Sex Dez 08, 2017 3:32 pm




Take me by the hand


Oliver tinha um dom único e fantástico, era um dom maravilhoso que pertencia apenas aos mais corajosos e determinados, o garoto se orgulhava disso, era que suas irmãs nem podiam imaginar em fazer, mas ele conseguia e sempre tinha sucesso.
Esse dom era deixar tudo para a ultima hora, era um domingo, nove horas da manhã, sobre sua cama estava o malão completamente vazio enquanto Oliver permanecia sentado de forma confortável em uma poltrona no canto do quarto folheando uma revista de quadribol que havia pego emprestado com Alecsander, nada estava pronto para sua viagem para Hogwarts, e foi isso constatado pela irmã ao abrir a porta de seu quarto.
- Por Merlin Oliver, saimos daqui a uma hora pra estação e você sequer colocou o uniforme na mala?
Revirando os olhos e suspirando dramaticamente, o garoto fechou a revista, se levantando e, com a varinha em punho, ordenando o que queria levar para entrar na mala, olhando com um sorriso debochado para a irmã, dizendo:
- Vantagens de ser maior de idade, Morgs…
Balançando a cabeça impaciente, Morgan saiu do quarto, apenas para dar espaço para o pai de ambos abrir a porta, olhando para o quarto sem realmente ver nada, usando sua melhor expressão de “eu sequer existo” e dizendo sem interesse antes de fechar novamente a porta:
- Você vai acompanhar suas irmãs e seus primos para o embarque, seja responsável…
Era a primeira vez em meses que se lembrava de ouvir a voz do pai, e novamente ele sumia dali para se trancar em seu quarto e não existir novamente, deixando para o recém adulto a responsabilidade de levar os Cunnighan mais novos para a estação.
----------
Como sempre aquilo estava movimentado, pouco antes de Amarilys passar pela pilastra que dava acesso a estação, Ollie segurou seus ombros por um momento, dizendo baixo:
- Preparada mocinha? Não se preocupe, só atravesse e nos vemos do outro lado.
Piscou brevemente com o seu sorriso mais confiante para a irmã caçula antes de atravessar, esperaria ela do outro lado enquanto Morgan atravessaria depois.
Com todos ali reunidos Oliver precisou fazer as contas mentalmente para garantir que estavam todos ali, não eram tantos, mas com a desatenção típica do garoto seria fácil perder um primo ou dois.
Ao seu lado sentiu algo puxando a calça, seu gato, Jaime, estava na caixa de transporte ao seus pés e projetando a mão para for a, solicitando ao dono um pouco de liberdade.
Se abaixando rapidamente e girando a tranca da caixa, deu liberdade ao gato, que se esfregou preguiçosamente em suas pernas e olhou para Logan, o primo mais próximo, fazendo seu melhor grunhido de agressividade e abaixando as orelhas para o ambiente a volta, como o belo e lindo gato agressivo que sempre for a.
Oliver deu uma leve batida na lateral da perna para chamar a atenção do gato, que se esticou com ambas as mãos na perna do dono e bocejou, ganhando um suave afago na cabeça por ser obediente.
Oliver voltou a olhar pra cima quando Mia e James chegaram, cumprimentou-os com um aceno discreto, evitando manter contato visual com a ruiva, sentindo uma breve pontada na gengiva ao se lembrar do dia na Floreios, quando perdeu um dente e quebrou outro para defende-la, mas não poderia simplesmente ignora-la, principalmente pelo fato de a garota ter um cão nos braços e o mesmo ja ter chamado a atenção do felino temperamental que já dava sinais de agressividade aos pés do dono.
Novamente Oliver se abaixou para pegar o gato nos braços, segurando-o como se fosse uma criança, embalando-o levemente e mantendo uma das mãos afagando suas orelhas, dizendo baixo para o gato:
- Tudo bem filhote, é só um bebê…
Olhou para a “amiga” e para o cãozinho saltitante em seus braços, era um cão que combinava com a garota, fofo e dócil.
Quando sentiu uma pequena cutucada em suas costelas se virou, vendo Jane ao seu lado sorrindo, sentiu um pequeno desconforto com a situação, mas sem saber exatamente o motivo, viu a garota se inclinando para ser cumprimentada devidamente, então abaixou a cabeça na sua direção e deu um pequeno selinho em seus lábios, sorrindo de canto e se virando para por o gato novamente na caixa de transportes, onde obviamente ficaria mais confortável.

tags; words; notes; §

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Re: Plataforma 9 ¾

Mensagem por Karlie Eva Franckowiak em Sex Dez 08, 2017 6:37 pm

I'll close my mouth
i won't say a word
a nod of pity for
the plain girl

Karlie poderia facilmente ser um exemplo nato de pontualidade, com duas horas antecipadas todas as suas malas estavam intactas. Mas a garota passava quase uma hora tentando se acalmar sobre o ano que vinha pela frente, sofrer de ansiedade social se tornava uma coisa mais difícil de lidar em uma escola como Hogwarts.  Além do estresse do início das aulas, que incluía não só as noites em claro estudando, mas também as forçadas interações sociais, e somente em uma delas Karlie era verdadeiramente boa e vamos dizer que foi por isso que a casa dela é a Corvinal.
 
 
“Karlie, você não esqueceu nada, certo?” E é claro o maior estresse de todos: sua mãe. Monika Franckowiak tentava ao máximo fazer o papel de mãe amável que não aguenta passar nem um minuto longe da filha, mas na verdade a mesma era uma mulher rigorosa, na qual a vida circulava ao redor do seu trabalho. Karlie tinha certeza que ao chegar em casa a mãe iria abrir uma tacha de vinho e comemorar a saída da filha, e a mesma não a culpava já que estava pulando internamente por poder ter alguns meses de folga da sua mãe.
 
 
Enquanto a Sra. Franckowiak verificava pela terceira vez a mala da menina, Karlie levou os seus olhares aos diversos estudantes presentes na plataforma. Ela conseguia distinguir alguns rostos familiares, mas nenhum amigável, além é claro, dos novatos que tinham um olhar mais brilhante do que outros por embarcar em nova aventura, Karlie os invejava. “Ok, tudo certo, se acontecer alguma coisa, e eu espero que não aconteça, você sabe com quem falar.” Monika falou carregando um sorriso cínico nos lábios após ter olhado a bolsa da filha.
 
 
Karlie assentiu com a cabeça e logo depois foi puxado por um abraço constrangedor. “Vou sentir sua falta.” A garota podia sentir que tudo aquilo era apenas um ato para o público de alunos e pais presentes naquela plataforma. Mais uma vez ela assentiu com a cabeça e deu um adeus tímido com uma das mãos indo em direção ao trem.

is there pit for the plain girl?

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Re: Plataforma 9 ¾

Mensagem por Astrid Lightwood em Sab Dez 09, 2017 10:11 am

♦️Papai ♦️Estação King's Cross/Plataforma 9 e 3/4♦️Manhã ♦️Ameno


Going to Hogwarts

Após uma semana realmente entediante em casa, enfim o dia de embarcar para Hogwarts havia chegado e eu não podia estar mais do que muito ansiosa e animada para retornar para a escola. E não era qualquer ano letivo que iria começar, era o meu terceiro ano,  aquele seria o meu ano para arrasar nas aulas e passar de ano direto nem que fosse a última coisa que eu fizesse. Eu havia acordado um pouco tarde sem querer naquele dia e ao ver que horas já eram em meu relógio, eu me levantei da cama de um pulo e comecei a me arrumar e trocar de roupa. Depois que eu troquei de roupa, coloquei Rocky e Nevasca dentro de suas respectivas gaiolas, peguei meu malão e eu desci correndo as escadas, já que meu pai iria me levar até a Estação King's Cross por aparatação acompanhada.-Pronto pai, podemos ir! É claro, mal posso esperar para chegar em Hogwarts, sei que esse ano vai ser incrível!-Eu disse á meu pai, com um enorme sorriso, quando ele me perguntou se eu estava animada para retornar para a escola. Segurei a mão de papai e com a minha outra mão eu segurei meu malão, e em um instante, estávamos na Estação King's Cross. Como faltavam quinze minutos para o trem sair, deu tempo apenas de pegar um carrinho para me ajudar com minha bagagem e me despedir de meu pai.-Pode deixar pai, claro que vou me comportar! E assim que eu chegar no dormitório, eu lhe mando uma coruja, para dizer que eu cheguei. Também te amo.-Eu disse á meu pai, sorrindo, dando um forte abraço. Papai retribuiu meu abraço, nos separamos, acenei uma última vez para meu pai  e então eu corri para atravessar a Plataforma. É isso aí Hogwarts, eu estava de volta!


(Off)

Ale ❤


Última edição por Astrid Lightwood em Sab Dez 09, 2017 3:58 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Plataforma 9 ¾

Mensagem por Logan L. Cunninghan em Sab Dez 09, 2017 1:52 pm


Logan Lightwood Cunninghan
...
— Droga! Onde está a minha varinha? — Se perguntava, à medida que vasculhava por baixo dos livros e vestes jogadas sobre a cama.
O malão estava praticamente pronto com tudo o que seria necessário para mais um ano letivo, afinal, a hora de retornar a Hogwarts havia chegado. É o jovem Cunninghan estava eufórico por retornar a escola para o seu penúltimo ano, uma vez que provavelmente ele estaria se formando no próximo.
Por esse motivo, ele queria aproveitar ao máximo os seus últimos dois anos em Hogwarts.
— Encontrei! — Balbuciou animado.
Meneando a varinha recém-encontrada de modo que a mesma fechasse o malão através de magia, guardando-a sob o bolso interno do casaco em seguida, e jogando o cachecol azul e branco sobre o pescoço.
Partindo para a estação de King's cross.

[…]

Chegou no local acompanhado de seus irmãos e primos, revirando os olhos quando percebeu que a sua irmã (Summer) procurava o namorado (James) no meio da multidão.
Jogou as madeixas que recaiam sobre o seu rosto para trás e suspirou, enquanto observava o conglomerado de pessoas em busca de alguém conhecido.
Fora então que seus olhos recaíram sobre Mia (uma amiga que conheceu em seu segundo ano em Hogwarts), um pequeno sorriso logo começou a se desenrolar sob os seus lábios.
— Hey! — Acenou para ela.
— ‎E um belo cão. — Franziu o cenho encarando o animal, porém, sem toca-lo.
Pois, Logan temia que sua alergia a pelo de animais começasse a acomete-lo naquele momento.
Trazendo como consequência uma série de espirros.
Trágico! Pensou com desgosto, meneando a cabeça.
— Só o mantenha longe de mim… Você conhece o meu problema. — Piscou para ela, caminhando a frente na direção do trem.
Buscando uma cabine onde eles pudessem se acomodar confortavelmente e conversar durante percurso da viagem.

[Off]

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Re: Plataforma 9 ¾

Mensagem por William Ahlström-Bass em Sab Dez 09, 2017 8:04 pm

━ A doce melancolia do regresso
Todas as vezes que William empunhava a varinha e a erguia alguns palmos acima do meio fio, sentia-se vagamente tosco, mesmo que soubesse no escondedouro de sua mente que nos dois ou três segundos próximos, um enorme ônibus purpúreo de três andares surgiria como mágica diante de seus óculos sempre embaçados. E de fato era mágica.
O intelecto sagaz do corvino punha-se em cólera toda vez que aquela viagem fazia-se necessária. Havia as curvas, as freadas e as companhias nem sempre agradáveis, é claro, mas o que mais intrigava William – um legítimo nascido-trouxa acostumado a explicar os fenômenos através dos complexos cálculos da física- era como aquilo realmente podia existir.
Ele tinha dezesseis agora e, há cinco anos descobrira que grande parte de suas peculiaridades deviam-se ao fato de que ele não nascera para aquele mundo em que vivia. Ele nascera para um mundo peculiar, onde suas peculiaridades eram nada além de coisas comuns. Mas, mesmo cinco anos depois de evidenciar a existência de fenômenos mágicos, o menino ainda se espantava.
Como esperado, o Noitibus Andante freou com um guincho em sua frente, sua estrutura parecendo instável e desequilibrada. Uma lufada de ar açoitou a pele pálida de William e fez com que seu cabelo se revirasse. Ele franziu os olhos ao mesmo tempo que um sorriso zeloso surgiu nos lábios róseos, dando espaço às discretas covinhas que moravam em suas bochechas.
A porta do Nôitibus Andante se abriu, exibindo o motorista velhaco.
_São onze sicles, garoto, e se apresse. - bradou ele, sentado em seu assento como um rei senta-se em seu trono.
William saltou para dentro do ônibus e, bastou que o cobrador finamente contasse as moedas que ele despejou em sua mão, para que o Noitibus Andante arrancasse, jogando o corvino longe.

As costas de William doíam graças a queda que sofrera no Nôitibus Andante. Ele tinha certeza de que, embaixo na camiseta azul-cinzenta, hematomas arroxeados começavam a se formar. Ele não se importava, apesar de tudo. A ideia de que as aulas retornariam em breve fazia com que seu espírito se alentasse.  Durante o recesso, toda a informação que recebia do mundo bruxo era através do Profeta Diário, e, convém explicitar que esta não é a melhor fonte de notícias.
Estava parado na estação King’s Cross agora, esperando pacientemente o garoto com boné do Starbucks entregar seu café com creme. As malas estavam ao seu lado, num carrinho emprestado da estação, e as mãos punham-se dentro dos bolsos da calça jeans, inquietas. Podia sentir as ondulações da madeira de sua varinha e, ainda que as leis de sigilo da magia o impedissem de usá-la, ela lhe conferia segurança.
O Profeta Diário retratara nas últimas edições terríveis acontecimentos no mundo bruxo e William ganhara em um vinco de preocupação em sua testa. Quando as coisas saíam do controle, os problemas caíam sobre o colo de inocentes, ele bem sabia. Sabia também que, embora não fosse fraco ou desprezível como bradavam os tradicionalistas e extremistas sem nítido conhecimento histórico- afinal, as tensões entre trouxas e bruxos findaram muito antes de todos os vivos nascerem- William e seu sangue de origens trouxas eram alvos de impiedosas e tolas ideias.
_William!- bradou o garoto de boné característico da empresa, atraindo a atenção de William, que alcançou o copo morno e agradeceu com um sorriso. Devo acrescentar que o sorriso fora ignorado.
As sobrancelhas do corvino arquearam-se diante da falta de tato humana e, alcançando o carrinho com as malas, o garoto dirigiu-se para as plataformas de embarque.

Na primeira vez em que se encontrava prestes a atravessar uma parede de tijolos, William teve a mais pura certeza de que quebraria o nariz, os óculos (novamente) e possivelmente alguns de seus dentes. Tinha a mais engraçada das expressões quando finalmente chegou à plataforma 9 ¾  há cinco anos, com seus óculos grandes demais para o tamanho de seu rosto.
Agora, com os óculos do tamanho ideal, William esperou que o contingente de trouxas diminuísse a sua volta para finalmente empurrar o carrinho de malas e atravessar a parede. A plataforma estava exatamente como ele se lembrava. William tinha conspícua memória visual e olfativa e, durante o longo recesso escolar, ele agradecera a este fato. O Expresso de Hogwarts esperava-o com as portas abertas e o corvino tinha a mais plena certeza de que o apito que a Maria-fumaça emitira minutos depois fora similar ao “Senti sua falta, querido” que sua mãe lhe dizia ao buscá-lo na estação, para as férias de inverno.
Manteve este pensamento cálido em sua mente enquanto entrava no trem.
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Re: Plataforma 9 ¾

Mensagem por Hanna Aodhaigh Ostergärd em Sab Dez 09, 2017 11:34 pm

Breathe me
Como os trouxas conseguiam se deslocar de um lugar para o outro com transportes tão lentos e ruas congestionadas? Ponderou a garota, movendo-se de um lado para o outro dentro do táxi enquanto a mãe lançava olhares de reprova em sua direção. — Estamos perto? – Perguntou mais uma vez, erguendo o queixo para que o homem de meia idade conseguisse vê-la através do espelho. Apesar das refutações da mulher prostrada no banco ao lado sobre seu comportamento, Hanna não conseguia controlar sua ansiedade. Era naturalmente elétrica, mas naquele dia em especial havia atingido o nível máximo. Não possuía razões para reclamar das férias, afinal, viajou bastante com os pais e o irmão mais velho. Porém, desejava rever os amigos, principalmente Mae. Estava com tantas saudades da melhor amiga que sequer cabia no peito. 

Quando finalmente a placa da estação de King’s Cross entrou em seu campo de visão, a lufana pulou sobre o banco e abraçou rapidamente a mãe, distribuindo beijos nas maças de seu rosto completamente ruborizadas de raiva pela conduta da filha durante o percurso. — Não esquece de dizer para o papai e o big bro que vou sentir saudades. – Disse, mas antes de deixar o automóvel, olhou a mãe mais uma vez com um sorriso desenhado nos lábios. — Devo dizer que a senhora está uma gata nesse vestido, Sra. Aodhaigh – A mulher riu com o comentário da menor e aquilo foi o suficiente para que Hanna seguisse caminho. 

[...]

Entre as plataformas, podia-se ver a jovem bruxa deslocando o carrinho com as bagagens, buscando a famosa parede de tijolos que lhe levaria diretamente para a plataforma 9 ¾. Lembrava-se perfeitamente da primeira vez em que esteve no local. Joseph havia passado o tempo inteiro falando que a passagem era na verdade um buraco negro, e que ela nunca mais iria conseguir sair. Com medo, Hanna chorou para não entrar, amedrontada com a ideia de ficar perdida para sempre no limbo. O irmão mais velho era um idiota na época, na verdade, continuava sendo, mas agora era um idiota suportável. Diferente de seu primo Max, aquele lá era um idiota desde o útero. 

Ao deparar-se com a estrutura de tijolos devidamente empilhados, os orbes azuis miosótis da lufana brilharam. Mediante o movimento da estação, olhou para os lados com atenção, certificando-se de que nenhum trouxa a observava, então deu um passo à frente, deixando o corpo esguio e o carrinho sumirem entre a parede. 

Em um piscar de olhos a lufana alcançou a plataforma. Diversos alunos circulavam pelo local, porém, a garota procurava feições específicas. Hanna debruçou as malas sobre o chão e ficou por cima da mesma de forma que conseguisse uma visão privilegiada do espaço. Não deveria ser tão difícil encontrar a melhor amiga, afinal, normalmente ela sempre estava com uma cobra enrolada no pescoço. Apavorante, na verdade.

Depois de longos minutos – o que a bruxa julgou ser uma eternidade – conseguiu visualizar os cabelos loiros de Maeva reluzirem entre a multidão, acompanhada de Maxon que estava mais emburrado que o normal. Hanna pulou rapidamente e segurou as malas, correndo em direção a amiga. — Desculpa... – Falou ao trombar com uma garota de expressões nada amigáveis no meio do caminho. 

O corpo de Mae era pequeno e quentinho, além de ter um tamanho que cabia exatamente dentro do seu abraço, pensou a garota quando circulou os braços em torno da amiga, apoiando o maxilar em seu ombro ao ficar na ponta dos pés, observando os outros integrantes do pequeno grupo. — Eu sei, eu sei. Também senti sua falta. – Proferiu em um tom convencido antes de depositar um beijo estatelado na bochecha rosada da corvina. — Onde está o seu projeto de monstro? – Perguntou, referindo-se a cobra “domesticada” dela. Sentia-se literalmente mais segura ao saber que não teria que dividir o mesmo trem com aquela coisinha de presas afiadas e veneno mortífero. 

Hanna acenou para os outros de forma amigável e logo posicionando-se ao lado do primo, passando um braço por cima de seus ombros, tendo dificuldade devido a diferença de tamanho entre eles. — Ainda de luto pela Madonna? Sinto muito por ela... – Sussurrou apenas para Maxon, sabia o quanto ele – por mais sem coração que fosse – gostava da ave. 

Quando o trem sinalizou que dentre poucos minutos partiria, a lufana desvencilhou-se do primo e sorriu para o grupo. Apesar de não conhecer direito Caleb e Sienna, teria oportunidade para conversar com os dois durante o percurso até a escola. Teriam um longo caminho pela frente. — Se corrermos ainda dá tempo de conseguir um bom lugar! - Anunciou animada, tomando a frente e puxando Mae pela palma. — Preciso ir no banheiro, estou prestes a fazer xixi nas calças. – Sussurrou no ouvido da amiga quando alcançaram uma distância segura dos outros, que respondeu-lhe com um “Hanna, você não tem jeito mesmo”. E, talvez, não tenha mesmo.

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Re: Plataforma 9 ¾

Mensagem por Morgan L. Cunninghan em Dom Dez 10, 2017 12:17 am

STARLIGHT...

"In the dead of night, you went dark on me."

A manhã fora corrida.
Parte disso vinha da inabilidade de alguns em nossa família em ser pontual, outra devido a quantidade de primos e irmãos indo para o mesmo local, com apenas meu irmão como responsável – o único maior de idade capaz de aparatar. Revirei meus olhos enquanto separava um carrinho para alocar minha bagagem. Rilys parecia ansiosa, e Oliver mal me encarava enquanto caminhávamos pela estação, seguindo o habitual caminho.

Oliver foi o primeiro, Rilys o seguiria e eu iria logo atrás. Segurei no ombro de minha irmã brevemente, sorrindo para ela — Feche os olhos e vá correndo, é melhor da primeira vez — Pisco, indicando a divisa entre as estações nove e dez. — Estarei bem atrás de você, vá!

Observei Rilys seguindo em direção à parede e logo ela havia desaparecido.
Olhei ao redor, observando os trouxas e a falta de atenção que davam a um bando de adolescentes em frente à parede. Empurrei o carrinho também em direção à parede. Não fechei os olhos quando meu corpo e bagagem finalmente atravessaram a barreira.

{...}

A estação estava cheia de alunos e familiares. Como sempre. Era difícil me locomover quando a maioria deles não tinha a menor noção de espaço, por mais que lançasse um olhar bastante cruel para cada um que interpunha meu caminho. Acompanhava Rilys, enquanto Oliver conversava com dois amigos de seu ano, aos quais não fiz questão de prestar alguma atenção. Não.

Meus olhos procuravam um certo sonserino, que costumava estar ali cedo normalmente. Mas Alec parecia não estar em lugar algum, o que me levou a encaminhar nossa bagagem e a maioria para o trem. Talvez o encontrasse mais tarde. Talvez.

Encaminhei devidamente nossa bagagem e segui para procurar uma cabine junto aos demais. Seria uma viagem bem longa.


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M A M A

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Re: Plataforma 9 ¾

Mensagem por Kairos Heinz Müller em Dom Dez 10, 2017 12:07 pm



Volta às aulas


As férias foram agitadas para não dizer assustadoras. Os boatos que o fundador da Sonserina havia retornado e usava o corpo do professor Armand eram fortes, ainda sim era difícil acreditar afinal desde o meu primeiro ano o nosso antes professor de herbologia e diretor da Lufa era a pessoa mais pacífica e legal do mundo. Ele sempre tinha um sábio conselho ou uma palavra amiga para um texugo triste ou confuso.

No caminho para a estação de Hogsmeade me mantive calado pensando ainda no comensal que eu havia matado queimado há poucos dias. Desde aquele dia eu pensava no acontecido a todo momento, contudo não expressava culpa, pena ou arrependimento, mas ao contrário era possível dizer que sentia um prazer diferente de qualquer outro sempre que relembrava da cena.

Ao chegar a estação atravessei a passagem em direção a plataforma de embarque.

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Re: Plataforma 9 ¾

Mensagem por Wolfgang B. Lionhardt em Dom Dez 10, 2017 2:20 pm

 


O ano letivo estava finalmente começando, para matar meu tédio de vez. Detesto ter todo esse trabalho para ir até Hogwarts todos os anos, afinal moro a alguns países de distância.

 Andava pelas plataformas, perdido em meus pensamentos. Tinha acordado bem cedo e vesti uma longa túnica preta com um capuz escondendo minha face, mas o motivo não era de me camuflar, mas sim esconder meus dois animais de estimação dentro de minhas vestes, já que estes não gostam de ficar presos. 

 Sentia o rastejar de minhas cobras pelo meu pescoço enquanto me locomovia até a plataforma certa, observando um novato de frente para a parede com seu carrinho e com medo de não atravessar. Bufei e larguei meu carrinho por alguns segundos, me posicionando atrás do novato e lhe desferindo um forte chute nas costas, o forçando a atravessar logo sem desperdiçar meu tempo. Sua familia me olhava abismada enquanto eu me movia para os meus pertences e atravessava calmamente.





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Re: Plataforma 9 ¾

Mensagem por Giulia Buonarroti em Dom Dez 10, 2017 3:49 pm



Assim que se deu conta de que era manhã a pequena Buonarroti pulou da cama e começou a correr aos pulos colocando uma meia em direção ao quarto de Elise. —Tia Elise! É hoje!— Abriu a porta e atirou-se na mulher sem lhe dar chances reais de ter um despertar digno. —Elise!— Deu-lhe um beijo na bochecha, com um sorriso sapeca jogou-se ao seu lado na cama e passou a encarar o teto do quarto, finalmente colocando a meia listrada. —Bom dia...— Balançou os pés no ar, enquanto sua tia finalmente tinha um tempo para respirar. A garota se pegou pensando em como seria ter a mãe para leva-la ao expresso, se na verdade ela quem iria correr pela casa e pular na cama da pequena, enchendo-a de cocegas talvez... Suspirou levemente e abraçou a tia por alguns segundos. —Eu vou terminar a mala.— Sussurrou e lhe deu outro beijo na testa.
As vezes também pensava no quanto devia ser difícil pra Elise ter que assumir a responsabilidade tão de repente, por sorte ela estava indo para Hogwarts, diminuiria as preocupações da tia em um milhão de vezes.
Guardou na maleta além das roupas, livros e toda asneira da lista escolar, uma câmera fotográfica que furtou do quarto de Cecília, um caderno de desenho e um livro de ficção que também achou nos pertences da mãe.
Elise levou-a até a estação, empurrava o carrinho em um passo agitado, por vezes tirava o pé do chão e apoiava-se nele após um impulso, o que assustava algumas pessoas no caminho. —Sai da frente!— Gritava para um ou outro despercebido, foi assim até atravessarem a parede que levava a plataforma. O expresso vermelho já estava a espera, a bagunça e agitação dos alunos, bichos de estimação peculiares, a preocupação e saudade estampada no rosto dos adultos encheu os olhinhos de Giulia. —Vou te escrever todos os dias e mandar fotos.— Declarou abraçando a tia, maneio  a cabeça pensativa.—Em troca você me manda alguns doces?— Riu brincalhona desvinculando-se do abraço depois empurrou correndo seus materiais até subir no trem.
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Re: Plataforma 9 ¾

Mensagem por Meryl Victoire O'Reilly em Dom Dez 10, 2017 4:59 pm



you took a polaroid of us then discovered

we were screaming colors

the rest of the world was black 'n white



— Sinceramente, vocês me envergonham. — Foram as primeiras  palavras ditas por Meryl O'Reilly aos seus pais, naquela manhã de embarque à escola de magia e bruxaria de Hogwarts.

Não que fosse extremamente fria ou inteiramente desinteressada no relacionamento com seus pais - não mesmo -, mas aquele era o seu quarto ano de embarque; nos dois primeiros anos fora aceitável toda comoção e ansiedade da sua família, afinal, não era sempre que se tinha uma bruxa nascida-trouxa na família, huh? Mas no quarto ano? Quatro anos de abraços apertados, lágrimas ligeiras e capturas fotográficas tiradas na velha Polaroid da família de cada passo dado pela ruiva no seu caminho até a plataforma mágica, Em King's Cross.

Era uma chatice absurda. Mas era algo que horas mais tarde sentiria falta.

Empurrando um grande carrinho - recheado de malas, uma pequena gaiola onde se encontrava adormecido seu gato de estimação -, Meryl atravessou os extensos corredores da estação de trem; driblando os mais apressados que corriam de um lado ao outro e cumprimentando com longas olhadas e sorriso tímido aos bruxos e bruxas que  passavam despercebidos dos olhares trouxas ao redor. "Imagine só se soubessem identificar um bruxo nesse dia do ano..." O'Reilly pensou, divertindo-se com a cena que construía na própria mente, onde todos os trouxas fossem capazes de enxergar a magia alheia como uma espécie de aura visível e então tudo se tornaria confuso e espantoso, mas curioso e interessante.


Mas, o que eles pensariam quando olhassem para ela?

Ela deveria ser igual a eles. Mas possuía a tal aura.

Uma sortuda ou uma aberração total?

"Sucesso nesse novo ano, minha filha. Tome cuidado e não duvide das suas capacidades." A mãe de Meryl sussurrou, com seu sotaque francês sempre tão charmoso e presente, mantendo a filha próxima em seu abraço quente e tão apertado que fazia a garota sentir o ar lhe faltar - ou talvez fosse um nó atado na garganta simbólico ao momento de despedidas. — Eu vou ficar bem, mamãe. Cuidado com Brianna, ela está com uma ideia de ter o próprio bando... fique de olho nessa garota. — Ela respondeu, libertando-se do abraço somente para ir pro colo do pai, oferecendo um abraço nele e recebendo uma dezena de beijos em por isso. A menina sorriu. E manteve aquele sorriso largo e aberto em sinal de despedida, enquanto dava as costas para o seu mundo trouxa e se empurrava firmemente ao outro mundo que possuía imensa paixão e curiosidade, ainda que receio do que lhe aguardava.



Tudo o que precisava fazer era atravessar a parede de tijolos.

Aquela mesma, entre a nona e décima plataforma.

E o que deveria ser uma colisão brutal era apenas uma linha tênue que interligava o seu mundo com o outro mundo, onde havia, de início, uma enorme locomotiva apitando em anúncio de saída. O expresso de Hogwarts estava prestes a partir.


+ outfit | with: nobody | at: king's cross


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Re: Plataforma 9 ¾

Mensagem por Maxon Bauer Aodhaigh em Dom Dez 10, 2017 8:22 pm




Let us die young or let us live forever

Interação com o clã Bumbum Granada de Hogwarts.




Injustiçado, era assim que Maxon se sentia enquanto caminhava em direção a estação ao lado da irmã mais nova. Aquele já era quase um ritual dos Aodhaigh, e mesmo que naquele ano houvesse muitas mudanças com as quais o loiro deveria se habituar, ir para Hogwarts sem Chopin, o seu bichinho de estimação, não era uma delas. Como se já não bastasse ter que viver sem a companha de Madonna - que Merlim estivesse com ela

A carranca tão expressiva e já típica do rapaz se mostrava para qualquer um que tivesse olhos sadios na cara. Se havia uma única pessoa capaz de orbitar envolta da aura mal humorada dele sem levar uma azaração, essa pessoa era a irmã do próprio. "Mimimi você sempre perde ele, Maxon." Afinou a voz tentando imitar a de Eva, ao passo que a destra também gesticulava no que parecia ser uma mão falante. "Eu não perco ele. Ele que ficou assustado com seus gritos histéricos de que iriamos nos atrasar. " Contra argumento na birra de praxe dos dois. Sem mais enrolar e decidindo tapar os ouvidos para qualquer coisa que Maëva falasse, o mais velho atravessou a parede de tijolos, fechando os olhos e sentindo uma sensação estranha antes de se deparar com o movimentos inconstante de estudantes na plataforma nove três quartos. 

Com a ajuda dos olhos mais atentos da irmã Max conseguiu localizar o seu grupo de amigos, sendo o suficiente para faze-lo largar a faceta azeda e sequer se importar em deixar seu carrinho com as malas antes de correr para o abraço de Sienna e Caleb. Ele podia sentir a irmã revirando os olhos para aquele seu gesto excessivo de carinho, mas pouco se importava, assim apertando ainda mais os dois grifinos contra o peito. "Caramba, nem parece que fez só uma semana desde a ultima vez que a gente se viu. Tava sentindo sua falta já, Pudim...E a sua também, Sirene." Proferiu, os chamando pelos apelidos carinhosos. Se afastou o suficiente quando que uma criatura animada de mais, do ponto de vista do Sonserino, entrou em seu campo de visão, tão logo voltando a trincar a mandíbula no mesmo segundo que a identificou. Por que ela sempre tinha que ficar tão coloca em Eva daquele jeito? Entenda, caro leitor, mesmo com as implicâncias, birras e brigas, era praticamente palpável o amor que os irmãos Aodhaigh tinham um pelo outro, a idade aproximada de ambos só facilitando para que se entendesse ainda melhor; do modo deles, é claro. Então para Maxon fazia todo o sentido sentir aquela pontinha incômoda toda vez que era deixado de lado para que a irmã se divertisse com outras pessoas. 

Proferindo uma lufada de ar por entre os lábios de menino, deixando claro seu retorno ao estado irritado, o loiro envolveu os ombros dos outros amigos com mais forçando, como se quisesse garantir que aqueles a prima não pudesse roubar de si. "Mas que merda, Hanna Montana, estava quase ficando feliz na esperança de que você fosse perder o trem desse ano. " Lastimou, estalando a língua no céu da boca. Após mais algumas ofensas trocadas, todo o grupo finalmente se acomodou num dos vagões do trem, com o destino final sendo Hogwarts.

Disse alguma coisa, baby?

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Re: Plataforma 9 ¾

Mensagem por Caleb Owen Lightwood em Ter Dez 12, 2017 11:56 am


Come with me, stay tonight. You say the worlds but girl it doesn't feel right. What do you expect me to say? You know it's just too little too late. You take my hand and you say you've changed. But girl, you know your begging dont fool me, because to you it's just a game. You now it's just too little too late. So let me on down, cause time has made me strong. I'm starting to move on, i'm gonna say this now. Your chance has come and gone, and you know. It's just too little too late. A little too wrong, and I  can't wait.

My world


 O sorriso presunçoso adornava os lábios do jovem bruxo, este que esticava os membros até alcançarem seus dolorosos limites. Acabara de despertar e a sonolência era algo implícito nas feições masculinas. 


 - Caleb, a mamãe quer nos ver na sala antes de partirmos! - O timbre familiar lhe alcançou os ouvidos com uma antecedência inacreditável com relação a sua percepção quanto aos sentidos contidos nelas. Um grunhido foi tudo que conseguiu responder para a irmã antes de obrigar sua fisionomia a mover-se por entre os móveis de seu quarto e esgueirar-se pela fresta deixada na porta. 




[...]




 Os longos dígitos envolveram a alça da mala cujo único esforço que exigia era de guiar, já que possuía rodas no lugar dos apoios sobre o chão de mármore.  Caminhou por entre os passantes, ladeado por sua irmã que parecia entusiasmada em vingar-se de alguns colegas que lhe importunaram no ano letivo que antecedeu ao que presenciavam.


 Não haviam despedidas a serem feitas, sendo que estas foram deixadas para trás no casarão Lightwood. Mas agora nosso protagonista vivencia grande euforia ao reencontrar aqueles por quem dividia grande estima e apreço, estes lhe roubavam sorrisos e abraços calorosos. Maxon foi o primeiro a recebe-lo, sendo correspondido em igual entusiamo, tendo por seguida o coração acalentado momentaneamente ao ter em seus braços a jovem Corvina, Maëva. Por fim, cumprimentou Hanna. 


 As animadas conversas perduraram até mesmo quando o cenário foi modificado e o som característico que anunciava a partida do trem pode ser ouvido pelo pequeno grupo de amigos.


― My rules.
You know I wish I had it all.

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Re: Plataforma 9 ¾

Mensagem por Moon Sun Hee em Ter Dez 12, 2017 10:50 pm

close your eyes
little sunshine!

Era sempre uma viagem exaustiva para os gêmeos Moon. O apreço dos pais por uma boa educação os levou a estudar na Grã-Bretanha, e suas obrigações para com a Moon & Choi Entertainment exigia que morassem em Nova Iorque por todo o período de férias. Eram sete horas enclausurados dentro de um avião (mesmo com a permissão para aparatar, a distância era muito grande para tal processo) e outras tantas em um trem em direção a Hogwarts. Não era de se estranhar o cansaço aparente na dupla quando adentravam a estação King’s Cross, logo após deixar um táxi.


Mesmo a sensação de cansaço, todavia, não era o suficiente para tirar de Sun Hee o sorriso quase sempre presente na face jovial. A garota empurrava a mala e, por cima desta, a “mala de viagem” própria para a coelha Peach, curiosamente adormecida àquela hora do dia; o irmão a seguia de perto, como era o costume. Não precisavam conversar. Por vezes, uma troca de olhares entre os gêmeos era o suficiente para um entendimento mútuo. O cansaço da viagem também contribuía para a falta de palavras entre os coreanos.


— Appa poderia transferir o estúdio para Londres — um pensamento em voz alta, de certo. Por mais que gostasse da cidade norte americana, o clima mais ameno e frio proporcionado pelos países britânicos lhe era mais agradável — Digo, é o último ano  que faremos este trajeto, mas, eu gosto daqui — dá de ombros, observando os trouxas em busca de qualquer atenção que estes poderiam dar a dois adolescentes atravessando uma parede. Em seu primeiro ano, quase se deixaram ser vistos, não fosse uma gentil senhora que os auxiliou em sua primeira passagem. Sorte, diriam alguns.


Uma última olhada e atravessaram, primeiro Sun Hee, sendo acompanhada pelo irmão em seguida. Os dois pegaram seus malões e deixaram os carrinhos da plataforma trouxa no local em que, sabiam eles, seriam despachados a seus locais de origem. Despacharam a bagagem, logo adentrando o trem em seus primeiros vagões, em vista do horário, não tardaram a encontrar uma cabine vazia. Sun Hee sentou-se à janela, aproveitando o espaço livre para apoiar as pernas no banco e recostar a cabeça contra o assento — vou sentir saudades disto — murmurou Sun Hee, adormecendo poucos minutos depois, assim que o trem sacolejou ao dar a partida.


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Re: Plataforma 9 ¾

Mensagem por Astra Skriver Oakheart em Sex Dez 15, 2017 3:58 pm

Let's go

Já na Estação de King's Cross, Astra mal pôde acreditar que, após tanta correria, chegara em tempo. Passara os últimos dias de suas férias com a madrinha, na Áustria, e estava certo que seria ela a levá-la para tomar o trem quando, pela manha, seu pai a informara que queria vê-la antes pois tinha uma surpresa. É claro que sabia o que era, não poderia perder por nada.

De tal maneira, entre meios de transporte trouxa, aparatações incômodas e uma nova gaiola atada ao malão, deu um beijo e abraço rápido na madrinha e no pai antes de disparar pela passagem. Não fazia ideia de onde encontrar James ou Pandora (provavelmente bem longe um do outro), mas quem a recebera na entrada da locomotiva era seu corvino, Joshua. Bem, não seu ainda, porém pretendia tomar providências quanto a isso.
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Re: Plataforma 9 ¾

Mensagem por Dominic V. Morgenstern em Sex Dez 15, 2017 6:09 pm

Havia pairando sobre Dominic Morgenstern uma peculiar aura enérgica e que pulsava em ansiedade. Durante toda a manhã, ele não parara por mais de três segundos no mesmo lugar. Havia muito para fazer, muito para empacotar e, por Merlin, muito para sentir.
A cada dez minutos, ele abria a primeira gaveta da cômoda onde guardava as camisetas de banda e de times de quadribol só pra ter certeza de que o estojo com sua varinha ainda estava lá. E dentro de dez minutos, ele sabia, estaria lá, embrulhado na camisa das Harpias. Mas, por via das dúvidas, voltaria para olhar.


Dominic apenas sossegou quando seus pés tocaram o solo da Estação Kings Cross. Os Lightwoods foram na frente, enquanto ele ficava para trás com Megan e um introvertido Caspian. Aparentemente, o garoto estava insatisfeito por ainda não possuir idade para ir à escola.
Dominic compreendia muito bem aquele sentimento. Durante alguns anos estivera naquela posição, enquanto Summer, Aquiles, Sienna, Caleb e os demais Lightwoods entravam no glorioso trem vermelho com destino à Hogwarts. Lembrava-se da sensação de seus ombros caindo em decepção. Lembrava-se do quão irritado ficava quando os preparativos para a viagem começava e ele não tinha nada para fazer.
_Sua vez vai chegar, Cas.- afirmou, embora não tivesse tanta certeza. É claro que Caspian, tendo sangue Lightwood e não sendo um aborto, tinha sua vaga garantida na escola britânica de magia. Mas mesmo Dominic, que não era a mais engajada das crianças bruxas, sabia bem que a situação de seu mundo não era nada boa.
_Tia,- chamou por Megan.- Hogwarts é mesmo segura, não é?- sua mão esquerda foi de imediato até o bolso do jeans, a fim de checar a presença de Boadicea, sua varinha.
Megan assentiu, olhando-o curiosa.
_Está com medo, Morgenstern?
Os lábios de Dominic curvaram-se num sorriso tímido.
_É claro que não!- bradou, revirando os olhos, enquanto empurrava seu carrinho com força e atravessava a parede que levava à plataforma.
No segundo seguinte, o glorioso trem vermelho estava diante de seus fascinados olhos. Ora, não era a primeira vez que Dominic via o Expresso de Hogwarts. Mas aquela era- sem dúvidas- seu único primeiro embarque, e o Mogenstern sabia que sua estadia em Hogwarts seria memorável.
Estava ansioso para chegar.
Despediu-se sem delongas de sua tia e seu primo, e no momento seguinte, corria pelo corredor estreito entre as cabines do trem.

[off]
Dominic vai para Hogwarts|
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Re: Plataforma 9 ¾

Mensagem por Moon Chung-hee em Sex Dez 15, 2017 9:41 pm

open your eyes
little sunshine!

 A visão de ter os Moon todos reunidos era algo por vezes raro, afinal ambas as gerações eram igualmente ocupadas, a mais velha com a produção e a mais nova com a performance.

Os gêmeos viam-se exageradamente cansados, até mesmo as cartas recebidas por Hogwarts não faziam muito efeito sobre o clima de exaustão esmagadora ali presente. O tempo parecia se arrastar para eles, como se fossem forçados a viver cada dia duas vezes. Uma simples troca de olhares foi o suficiente para que os gêmeos entendessem a necessidade do outro. Num singelo afago, o jovem coreano tocava a irmã, como se dissesse " Concordo plenamente.".

O garoto de estatura alta para os padrões asiáticos, seguia atrás da irmã, observando a bagagem volumosa da pequena e delicada garota, enquanto ele mesmo mantinha consigo apenas o necessário. Por não ter um animal de estimação, Chung-hee não precisava se preocupar tanto com o trajeto até Hogwarts, por isso atravessou a plataforma sem problema algum, despedindo-se dos pais.

A mais velha seguia liderando o caminho, enquanto o mais novo procurava por uma cabine vazia, aonde pudessem ficar mais confortáveis. Num movimento rápido, os irmãos começavam a organizar a bagagem, sem trocar sequer uma palavra — Se fosse possível escutar, provavelmente até a respiração de ambos estava em perfeita sincronia —. O garoto sentava-se ao lado da irmã, apoiando a cabeça em seu ombro e fechando os olhos suavemente.







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Re: Plataforma 9 ¾

Mensagem por Joshua B. Buonarroti em Dom Dez 17, 2017 10:07 pm

[



Quidditch


Rockin' robin, rock rock
Rockin' robin'
]


Os olhos do Buonarroti mais jovem se acenderam ao reparar nos cabelos loiros da adolescente surgindo através das pedras que separava a mágica plataforma 9 3/4 do mundo trouxa. Tratou de disfarçar, no entanto, que observava ansiosamente a passagem em busca da Oakheart desfazendo a excitação do olhar enquanto rumava na direção da sonserina.

Cumprimentou-a, indicando que desfizesse de algumas de suas malas no seu carrinho para que pudessem guardá-las mais facilmente nos vagões. Trocando amenidades a dupla permaneceu assim até encontrar uma cabine na locomotiva vermelha

(Postagem encerrada de Joshua B. Buonarroti e Astra Skriver Oakheart)


[Joshua Bennett Buonarroti]
Post #004
Thanks, IT


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Re: Plataforma 9 ¾

Mensagem por Otto H. Poe em Ter Dez 19, 2017 4:53 pm

U
m "Amigo"
Novo !
If you catch me in my zone it may be you lucky day
Otto não sabia que a historia que ouvia todas as noites antes de dormir, era sua possível historia, seu avô lhe contava sobre bruxos do bem, que possuíam grandes poderes, e faziam feitiços e eram ensinados em uma escola, o Menino deveras vezes sonhava com tudo aquilo, tendo em sua cabeça que tudo não passava de uma historia, certa vez Otto em meio a seus sonhos observa uma coruja, chegar até a porta da casa onde mora com seus Avós e deixar uma carta, ele esperava estar sonhando, mas tudo aquilo parecia ser um tanto quanto real, se colocando de pé observa seu avô com um grande sorriso, olhando em sua direção - Seu Grande dia chegou Otto, hoje você vai mudar de vida completamente. Gritou Meu avô pelos quatro cantos da casa, Otto desceu correndo a pequena escada que dava acesso a cozinha, seu avô lhe Aguardava com uma carta nas mãos tremulas por conta da idade que ele tinha - Tome Otto, leia para que todos possam ouvir. Pegando a carta, sentindo sua textura, o brasão chamativo a abri lentamente, as mãos de Otto neste momento estavam tremulas como a de seu avô - V..Você F..f.oi, Aceito na escola de Magia é bruxaria de Hogwarts. Um brilho de pensamentos acertou o menino, o fazendo lembrar da primeira historia que seu avô tinha lhe contado, com as mãos tremulas ele respirou fundo é Olhou para seu Avô - Então é tudo real, eu sou um bruxo?  
Não se passou mais de uma semana da chegada da carta Otto já se preparava para um mundo desconhecido, pelo menos por ele, seu avô com seu Ford Galaxy 500 ligado o aguardando com ansiedade.
Otto pulou no carro Jogando sua Mala no banco de trás, seu avó ja havia planejado e comprado tudo o quele poderia precisar, a mala estava bem pesada com todos os matérias.
O Caminho era bem longo, é após umas 14 horas dentro do carro meu Avô me acorda dizendo - Chegamos, Chegamos ai está a estação. Era somente uma estação de trem pensava Otto, seu avô estacionou o carro e segurando a mão do menino correu em direção ao carrinho - Ande Otto, você não pode se atrasar. Colocando a Mala no carrinho.
- Plataforma 9, Plataforma 10 então Otto e aqui que vai iniciar a sua nova jornada é aqui que você vai descobrir quem é de verdade, não posso passar daqui contudo Você vai fazer o que eu mandar. O menino olho de cima a baixo para o avô e sacudiu a cabeça em sinal de afirmativo.
- Com seu carrinho, passe rapidamente entre está parede pode parecer loucura, contudo vai ver que tudo que eu lhe contei é Real . Otto por alguns segundos titubeou, porém correu abraçou seu avô e com a mesma vontade do abraço pegou seu carrinho e passou pela parede.
-Boa Sorte Pequeno Otto.    
Otto foi com tanta força que acabou batendo em algumas pessoas ao passar, o olhar destas pessoas diziam claramente " Primeiro vez aqui não é?" um rapaz logo ajudou Otto com as malas - Suba no Vagão é procure logo sua cabina, O expresso já está quase partindo.
Otto Subiu rapidamente, é buscou uma cabine que estivesse vazia.

telações na hora do seu nascimento afeta
sua personalidade de alguma forma.


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Re: Plataforma 9 ¾

Mensagem por Elleanor S. Lightwood em Sex Dez 22, 2017 6:26 pm


Escola



Aquela manhã havia sido tortuosa para Elleanor. Seu corpo todo doía e sua última lembrança era da sua transformação a noite passada. Tudo o que ocorrera neste período era um grande buraco negro. Sua mãe havia procurado pela mesma a mansão inteira, levando horas para encontra-la nos terrenos da mansão Lightwood. Agora, a pequena tentava se recuperar com um café da manhã para seguir seu caminho rumo à Hogwarts. Excelente. Pensou a garota demasiadamente cansada. 

Ao aparatar com sua mãe e sua pequena irmã Lucia para a estação bruxa, Elleanor começava a sentir-se nostálgica e saudosa, uma parte sua não queria deixa-las. A pequena respirou fundo e atravessou pela primeira vez a plataforma tão famosa, sendo seguida por sua mãe e irmãzinha. A plataforma era exatamente como ela imaginava, um pouco mais cheia do que o esperado mais ainda assim como imaginava. Ela sorriu e sentiu uma empolgação tomar conta de si, correndo então em direção ao expresso. Enquanto sua mãe guardava suas coisas o bagageiro do trem, ela pensava em como gostaria que o pai estivesse com ela ali naquele momento e como isso não era possível. Mas não permitiria sentir-se triste, não agora, afinal Lucia chorava pelas duas agora. - Prometo que o ano passará rápido Lu e tem as férias de natal, logo iremos nos ver. Disse para a irmãzinha. Houve um momento de conversa e logo em seguida veio as despedidas, seguindo da caminhada até o expresso. Minutos depois, Elleanor adentrou ao expresso e procurou por uma cabine vazia.  

Thanks Ross & Tiago @ CG



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Re: Plataforma 9 ¾

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