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Salão Principal

Mensagem por O Herdeiro em Seg Dez 04, 2017 9:01 pm



Salão Principal


O salão principal de Hogwarts é a principal área de reunião da escola. Lá os alunos fazem suas refeições e recebem o correio-coruja diariamente e lá é onde ocorre alguns eventos especiais como alguns bailes e festas. O salão principal é amplo e contém a mesa dos professores e quatro mesas para os alunos: uma para cada casa para dividirem-se, porém não há uma regra que um lufano sente na mesa da sonserina. O teto é encantado para imitar o tempo ou o humor atual da comunidade, algumas velas flutuam sobre a cabeça de todos, quando estão muito animados o fogo destas velas iluminam de forma celestial e viva, quando desanimados por algum motivo tem a chama baixa. Este local é usado para as refeições em comum do dia-a-dia, treinamento de aparatação que ocorre no final de cada ano para o sexto ano e alguns exames de importância que tenha de ser chamado o Ministério da Magia, como por exemplo os NOM's.
As mesas são utilizadas para todas as festas de abertura e encerramento de ano, para servir o café da manhã, almoço e jantar dos alunos todos os dias, além de ser o lugar da ceia de natal e de eventos como o Baile de Inverno e a Seleção do Cálice de Fogo durante o Torneio Tribruxo. No evento do Torneio Tribruxo a mesa de Grifinória fica alunos de Durmstrang e de Sonserina Beauxbatons, depois Lufa-Lufa Durmstrang e Corvinal com Beauxbatons alternando em cada ano.

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Re: Salão Principal

Mensagem por Samantha A. Lightwood em Qui Dez 07, 2017 10:39 pm

WELLCOME!
O crepúsculo manchava o céu de tons de vermelho, rosa, roxo e azul quando Samantha finalmente aparatou em frente aos portões de Hogwarts. Embora fizesse dias desde que voltara de seu recesso escolar, ela gostava de passar algumas poucas horas perto dos filhos antes que estes tomassem o trem para a escola. Além disso, havia a problemática dos ataques ocorridos recentemente. Samantha solicitara proteções a mais na escola, muito embora soubesse que os feitiços de proteção renovados seriam suficientes para, pelo menos, traçar uma rota de fuga para os alunos e funcionários.


De cenho franzido, a diretora atravessou os terrenos a pé, vez ou outra captando movimentos na orla da floresta, eventualmente. Talvez fosse apenas o vento, ou a população de centauros com a qual mantera contato quando o ataque dos lobisomens ocorrera no ano anterior. Todo cuidado era pouco para Samantha, e embora seu coração desse saltos a cada mínimo ruído e um gosto amargo tomasse conta de seu paladar, por fora, ela se mantinha calma.


{...}



O salão estava bem iluminado e aconchegante. As velas suspensas rendiam umas poucas sombras e o teto enfeitiçado revelava um céu estrelado pontilhado de poucas e fofas nuvens. Sam olhou para as quatro mesas de seu assento, um sorriso doce lhe surgiu nos lábios cuidadosamente tingidos em vermelho conforme a hora em que os estudantes voltariam a preencher os assentos vazios nas mesas.


Sam amava lecionar desde a época da escola. Aluna modelo, monitora-chefe em seu tempo. Eram quase 20 anos dedicados a ensinar e, agora, administrar uma das maiores escolas de magia do mundo. Um desafio a cada novo dia.


Aos poucos, os professores chegavam e ocupavam seus lugares à mesa dos docentes, Sam os cumprimentou com seu melhor sorriso. E algum tempo depois, os primeiros alunos adentravam o salão, que logo foi preenchido por conversas animadas de como as férias haviam sido. Uma energia lhe tomou, e o sorriso perdurou até que o novo guarda caça lhe anunciasse que as crianças do primeiro ano haviam chegado. Sam sorriu e se encaminhou rapidamente para fora do salão, cumprimentando as crianças de prontidão.

— Sejam bem-vindos à Hogwarts! — Exclamou com ânimo. — Daqui a alguns instantes, nós iremos até o Salão principal e cada um de vocês será selecionado para uma de nossas quatro casas — caminhou de um lado para o outro — Corvinal, Grifinória, Lufa-Lufa e Sonserina.

Olhou para cada um dos rostos ansiosos, alguns deveras familiares por convivência, filhos de seus amigos e parentes. Pigarreou, conjurando com um leve aceno da varinha um banquinho de três pernas e, sobre este, um pergaminho e um embrulho velho e gasto — Quando chamar seus nomes, vocês devem sentar neste banco e aguardar sua seleção, agora, sigam-me!


A passos rápidos, Samantha adentrou o salão que, a cada passo da bruxa, ficava cada vez mais silencioso. Posicionou o banquinho em frente à mesa dos docentes, à vista de todos no salão, abriu o velho embrulho que revelou-se ser o velho chapéu e, com outro aceno da varinha, fez o pergaminho se abrir e flutuar, lendo o primeiro nome na lista:

Amarilys Lohys Cunninghan — GRIFINÓRIA
Chace Hoover Lightwood — SONSERINA
Dominic V. Morgenstern — GRIFINÓRIA
Elleanor S. Lightwood — GRIFINÓRIA
Guilia Buonarroti — LUFA-LUFA
Otto H. Poe — SONSERINA
Yohan S. Van Harther — SONSERINA


Conforme os chamava, o aluno correspondente se encaminhava até o banquinho e se sentava. Foi uma seleção bastante rápida, comparada a seleções anteriores, e logo todos estavam alocados em suas devidas casas. Sam posicionou as mãos atrás das costas e sorriu para os alunos.


— Mais um ano se inicia — a voz suave ecoava no silêncio dos alunos — Sejam bem vindos, todos vocês, novos e velhos, creio não ser a única verdadeiramente feliz por vê-los novamente, mesmo os mais atentados — olhou significativamente para alguns dos alunos mais velhos, e o gesto foi recebido por algumas risadas por parte dos alunos — Sei que muitos de vocês estão ansiosos para saborear o delicioso jantar, mas vamos a alguns avisos que alguns conhecem muito bem.


“A Floresta Proibida ainda é proibida a maior parte do tempo, fora em algumas poucas aulas ou na companhia de algum funcionário ou professor. Sei bem que lidar com um ataque de hipogrifos não é uma de minhas vontades esse ano.” Mais risadas, embora Samantha estivesse falando realmente sério.


— Alguns artigos da Zonko’s e Gemialidades Weasley estão proibidos por nossa equipe de zeladoria. Vocês poderão encontrar a lista completa nos murais informativos de suas salas comunais. — Caminhou em frente às mesas. — O mesmo pode ser dito quanto a seus horários de aulas e toques de recolher, sim, eles continuam este ano, não pensem que iremos relaxar com vocês este ano.

Sam bateu palmas uma única vez. Sobre as mesas, faíscas das cores de cada casa brilharam, iluminando o salão um pouco mais por alguns instantes antes do banquete aparecer sobre cada uma das cinco mesas.

— Sem mais delongas, vamos comer!
Sam retornou à seu assento, servindo uma taça de vinho e observando os alunos servindo-se, a conversa aumentando gradativamente conforme amigos se reencontravam e colocavam o papo em dia.


[OFF: Vocês podem postar no salão até dia 10/12 (domingo), encerrarei as postagens às 23:00 deste dia.

Podem fazer um post único, ou interagir com seus amigos. No dia 10/12, irei finalizar todas as postagens em curso no salão principal, independente se estiverem ocorrendo ou não.

Sejam bem vindos].

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Re: Salão Principal

Mensagem por Jessamine Sowsfield em Sab Dez 09, 2017 11:06 pm

Cerimônia
Acordou cedo pela manhã, ficou dando voltas pela casa. Estava quase na hora da Sowsfield embarcar para Hogwarts.  Alguma coisa preocupava a loira. Primeiro, atribuiu suas preocupações a irmã, Stella, entretanto a diretora da Grifinória sabia que havia algo  mais que uma preocupação fraternal em sua insônia..
Tomou um belo copo de suco de laranja e partiu, aparantando para a King Cross.

*********

Àquela altura, o Expresso para Hogwarts já estava prestes a sair. Silenciosamente adentrou uma das cabines destinada os professores e funcionários, haviam poucos ali. Certamente, grande parte deles já estavam em Hogwarts readaptando suas vidas a rotina do velho castelo.
Procurou uma posição confortável em um dos bancos, sentou-se próximo a janela e instantes mais tarde adormeceu graças ao vai-e-vem monótono das paisagens borradas.

Quando retornou a consciência o trem já estava parado e a paisagem local era sua velha conhecida. A moça suspirou em tom de nostalgia. Pegou seus pertences e andou rumo aos portões da escola.

Um homem prontamente abriu os portões para a loira. Devia ser o novo guarda-caças contratado pela Senhorita Lightwood e ela sorriu com um aceno de cabeça. Não pode deixar de notar que a diretora sempre fazia boas escolhas para o quadro de funcionários, principalmente no quesito masculinidade. Riu dos próprios pensamentos e adentrou o castelo a passos firmes.

************

Ah,  cerimônia de abertura!  Doce cerimônia de abertura. Esse era um dos momentos mais nostálgicos para a professora. Para Jessamine era interessante notar as carinhas ansiosas dos alunos do primeiro ano. A moça mesmo com vestes de gala - afinal, Stella sempre diz que ocasiões que consideramos especiais necessitam de um traje apropriado para deixar as outras pessoas devidamente com inveja - gostava de andar pelo salão reconhecendo alguns rostos, sejam de calouros ou veteranos.
A moça retomou seu assento quando Samatha fez vistas de começar o discurso de boas - vindas.
A seleção como sempre foi fantástica e para a diretora foi difícil manter o semblante sério. Entretanto, algo que confortava o coração inquieto da professora de Trato das Criaturas Mágicas, todos os professores tinham a mesma ansiedade.

Logo, foi servido o jantar, a moça confraternizou com alguns colegas e depois dirigiu para os seus aposentos com uma taça de rum nas mãos.
 
(OFF)
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Re: Salão Principal

Mensagem por Maëva Bauer Aodhaigh em Dom Dez 10, 2017 1:05 pm



we're finally here.
with my babies in hogwarts

Depois de adentrar ao imenso castelo e contemplar, novamente, as artes falantes que se pendiam nas paredes, Eva fora direto para o Salão Principal para que pudesse se encontrar com os amigos outra vez. Já havia colocado seu uniforme azul quando ainda estava no trem, incentivada pela lufana que havia feito o mesmo.

Adentrou a enorme porta do salão junto de Maxon, Hanna, Caleb e Sienna. Eva suspirava enquanto encarava o teto enfeitiçado, mostrando como a noite deveria ser por cima dos telhados. Era bom estar em Hogwarts, mas infelizmente o fato trágico de se estar na Corvinal lhe separava de Maxon e Hanna. Antes de separar-se de seu irmão e amiga, decidiu dar um abraço em cada um. — Nós vemos no primeiro dia de aula, Hanna. — Maëva sorri, abraçando a cintura da amiga mais alta. — E eu falei sério quando disse para guardar um lugar para mim. — Ela imita uma faceta emburrada antes de sorrir e virar-se para seu irmão. — E você... Espero te ver antes. — O sorriso simpático e engraçado foram substituídos por um sentimentalismo que sempre se repetia. Para a corvina, era difícil se despedir de alguém que convivia todos os dias. — De manhã, não se esqueça que tem que me buscar na porta do Salão Comunal da Corvinal. — Ao perceber toda a melancolia que se expandia no momento, ela troca o sorriso por lábios franzidos, transparecendo toda sua marra. — Te vejo amanhã. — Eva se impulsiona para o corpo esguio do irmão, abraçando fortemente antes de dar as costas para os dois e seguir viagem com Caleb e Sienna. Afinal as mesas dos três eram bem próximas.

[...]

Era claro que sua personalidade era mais aberta com Caleb, porém era a primeira vez que estava próxima o suficiente de Sienna. Ela odiaria ver alguma garota - que não fosse Hanna - ficar próxima demais de Maxon, portanto buscava não fazer o mesmo com Caleb. Mesmo que não fosse sua vontade. — E vocês farão teste para o quadribol? — Ela diz, quebrando um pouco do gelo enquanto continuava a andar ao lado de Caleb. — Vocês se dariam bem lá.  

[...]

Sentou-se à mesa da Corvinal, ficando de costas para Caleb e Sienna. Essa era a pior parte do ano: estar em uma casa sem muitos amigos para passar o tempo. Ela bufou, colocando seu cotovelo a cima da mesa e apoiando a cabeça na palma da mão. A cerimônia do chapéu seletor soava ao fundo e por mais que Eva prestasse atenção, não pôde ouvir sequer um aluno novo da Corvinal. Era difícil de acreditar, já que em seu último ano, corvinos novos entraram como a maioria. Elevou as sobrancelhas pelo monólogo em sua cabeça e decidiu tomar algo. Quando levou sua mão para a jarra com suco de laranja, esbarrou seu braço sem querer em uma outra corvina ao seu lado. Eva assustou-se, largando a jarra e olhando diretamente para a menina de cabelos acobreados. — Me perdoe! Eu não tive a intenção. — Por mais que não fosse um fato tão ruim assim, Astrid sentia-se mal em perturbar a paz do outro. Assim como não gostaria que lhe perturbassem. — Fico nervosa em eventos iguais a esse. — Por algum motivo desconhecido, Eva estava puxando assunto com uma corvina. — Pode me chamar de Eva. E você?

[...]


[off: durante a parte '[...]' vocês estão livres para fazerem minhas ações e falas. Sejam sensatos. q]


_________________


« HURTS SO GOOD »
baby, I don't know why I try to deny it, when you show up every night, I tell you that I want you, but it's complicated. when it hurts, but it hurts so good, do you take it? Do you break it off?
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Re: Salão Principal

Mensagem por Pandora O. Sørensen em Dom Dez 10, 2017 4:29 pm



HUFFLEPUFFLE NO!

O castelo de Hogwarts remetia muitas lembranças a ruiva que naquele momento nada mais desejava do que poder descansar na comunal, entretanto haviam alguns compromissos padrões de inicio de ano letivo que deviam ser cumpridos como a seleção dos novos alunos para suas respectivas casas. Pandora suspirou ao lembrar-se de como suou frio ao se expor a frente de todos enquanto o chapéu, no topo de sua cabeça vasculhava motivos para por fim gritar a todo o salão "Sonserina!", naquele instante ficara relativamente feliz com a decisão sem nem ao menos saber o motivo.

Naquele instante estava sentada a mesa de sua casa — assim como todos os demais alunos — alguns estavam eufóricos, enquanto outros mantinham uma calma que Pandora invejava. Desde a chegada apenas tivera tempo de dar uma rápida ida a comunal onde deixou Buddy e suas malas. Seu olhar se atentava a frente do salão, onde logo os primeiranistas conheceriam as cores que defenderiam por longos sete anos.

A seleção daquele ano fora rápida se comparada aos anos anteriores, o que apenas fez Pandora agradecer. Estava exausta e sua única preocupação no momento seria apenas dormir por algumas horas, o lado bom do ferimento que ganhara no Beco durante o ataque é que em qualquer momento poderia alegar que ainda não estava 100%.  Apenas mais alguns breves avisos separaram Pandora de seu momento de descanso que ao fim preferiu se dirigir a comunal ao invés de participar do jantar.
...

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Re: Salão Principal

Mensagem por Karlie Eva Franckowiak em Dom Dez 10, 2017 8:43 pm

I'll close my mouth
i won't say a word
a nod of pity for
the plain girl

A arquitetura de Hogwarts sempre surpreendia Karlie, os móveis faziam ela se sentir como se tivesse na era Vitoriana e garota amava aquele estranho conforto que isso a trazia. Suas mãos suavam enquanto andava por aqueles corredores que ela conhecia muito bem, e enquanto ela fazia seu caminho até a sala da Corvinal para que pudesse se alojar antes de ir até o salão principal para acompanhar a cerimônia do chapéu seletor. A menina sentia seu estômago embrulhar ao pensar na cerimônia, mesmo que já tivesse passado pela mesma, a ideia de ter que estar em um cômodo onde todos os alunos e funcionários de Hogwarts a assustava extremamente, mesmo que a atenção não estivesse voltada para ela.
 
[...]
 
Karlie fez seu caminho até o salão principal, já com o famoso uniforme azul da sua casa, procurou pelo enorme cômodo a mesa da Corvinal. O salão era definitivamente um dos lugares mais bonitos do castelo, mas era também o que a garota menos gostava. Apesar de ser o lugar onde as refeições eram servidas, e Karlie definitivamente adorava comer, era também o lugar mais agitado de Hogwarts e garota sempre ficava insegura ao entrar no local.
 
Logo avistou a mesa de sua casa e sentou na mesma, tentou pela primeira vez naquela tarde sentar mais próxima das pessoas, uma ação que Karlie tinha medo de se arrepender mais tarde. Havia ainda poucas pessoas na sua mesa quando ela chegou, o que era impressionante já que os mesmos tinham fama de serem mais que pontuais. Depois de alguns minutos os lugares perto dela foram sendo ocupados e a mesma poderia distinguir algumas faces, mas nenhuma amiga.
 
A menina foi tirada dos seus devaneios ao ouvir a doce voz da diretora da escola dando boas vindas aos todos os alunos presentes. Karlie tentou prestar atenção no discurso da mesma, mas a comida a sua frente parecia muito mais interessante. Assim que os alunos do primeiro ano começaram a fazer seu caminho até a frente do salão para começar a cerimônia do chapéu seletor, a garota conseguiu tirar seus olhos da comida e sua atenção se voltou para o ‘espetáculo’ a sua frente.
 
O chapéu seletor tinha sido uma experiência assustadora para Karlie, a mesma nunca se deu bem quando todos os olhares estavam direcionados só para ela. Mas ao passar do tempo ela conseguiu achar tudo aquilo muito mais divertido, ainda assustador, mas divertido. Karlie não conseguiu esconder o pequeno sorriso no rosto ao ver cada criança sendo escolhida para uma certa casa e a alegria que difundia sobre a mesa da escolhida, menos Corvinal, um fato que a mesma achou um pouco preocupante já que poderia afetar os pontos da casa. Mas no final, a garota só estava feliz por finalmente estar em um lugar mais aconchegante do que sua própria casa e com pessoas bem mais suportáveis do que sua mãe.

is there pit for the plain girl?

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Re: Salão Principal

Mensagem por Murïel Bauer Aodhaigh em Dom Dez 10, 2017 9:08 pm

first things first
Estar de volta à Hogwarts depois de tantos anos distante definitivamente trazia lembranças da época em que eu estava sentada no salão principal esperando nervosamente para ser selecionada para a casa dos meus pais, seguir a tradição naquele dia era o mais importante.  O meu caminho até o presente local em que eu me encontrava era simples e longo, apesar de muito prático e objetivo. Atravessei os terrenos fazendo questão de observar cada modificação no céu e no ambiente, a construção era a mesma desde sempre. Logo após adentrei nos domínios interiores do castelo, minha primeira pausa foi no salão comunal dos professores, local em que eu passaria dias preparando minhas aulas e corrigindo deveres de casa. Para somente então, vestida com um vestido leve e confortável, apenas para me sentir bonita no primeiro dia ali, seguir ao salão principal. 

A parte mais estranha de todas até então foi não me sentar na mesa da minha casa, Sonserina, mas sim, na mesa para os professores e diretores. Confesso que a sensação de poder em sentar ali era gostosa e bem vinda, meus olhos procuravam por meus dois irmãos mais novos, Maxon e Maëva, até que os encontro já sentados em suas respectivas mesas, Sonserina, e bem, Corvinal. Mamãe odiava saber que Maëva não seguiria a tradição. Mas eram contingências da vida. 

Cumprimento formalmente todos os meus atuais colegas de trabalho, especialmente a diretora, a qual eu devia ainda mais respeito. Ocupo, por fim, o meu local ao lado de dois outros professores, eu parecia ser a mais nova e menos entrosada entre eles. Quando a Diretora inicia seu discurso, presto atenção em cada palavra, confesso que não era a minha parte favorita, e minha barriga já roncava de fome, baixo, mas audível aos que estavam mais próximo. 

(...)

Ao final dos recados, finalmente a parte que todos tanto esperávamos se inicia, o jantar. Tentando me manter comportada e educada, começo a fazer minha refeição que, por sinal, estava deliciosa. Ao conversar com alguns dos professores, fazendo comentários simples e breves a respeito do alimento, consigo formar um breve círculo de amizade. Eu tentava por tudo no mundo ser o menos "orgulhosa" que eu conseguia, feitio que para mim era um sacrifício enorme. 

Quando finalizo minha refeição espero pacientemente pelos outros, conversando e trocando interesses e ideias a respeito do ano letivo com satisfação por estar ali. Meus olhos vez ou outra seguiam em direção aos meus dois irmãos mais novos, um lado meu queria muito estar com eles, conversar com eles, eu sentia a falta de ambos, mas outra parte sabia que era errado demonstrar favoritismo, mesmo quando ambos ainda não fazem parte dos meus alunos. A conversa ficaria para uma outra hora. 
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— the corner of my memory,
A brown piano settled on one side; In the corner of my childhood house, A brown piano settled on one side; I remember that moment, Way taller than my height, The brown piano that guided me; I looked up to you, I yearned for you When I touched you with my small finger; I feel so nice, I feel so nice; 
first love.
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Re: Salão Principal

Mensagem por Hanna Aodhaigh Ostergärd em Dom Dez 10, 2017 9:46 pm

Breathe me
Hanna observou Mäeva, Caleb e Sienna se afastarem com um meio sorriso preso aos lábios rosados, deixando uma das covinhas transparecerem em sua bochecha. — Então, sobrou só nós dois? – Proferiu, inclinando levemente a cabeça na direção do primo que permanecia indiferente a ela. Hunf, praguejou silenciosamente quando o sonserino moveu os ombros e começou a caminhar, ignorando completamente sua presença. Sem muitas opções, a jovem bruxa o acompanhou pelo grande salão, tentando – com muito esforço – permanecer calada, algo extremamente difícil para a menina de estatura pequena e “língua” grande, no sentido conotativo da palavra.

A medida que percorriam o grande salão, erguia o queixo para vislumbrar o teto mágico sob suas cabeças, sendo este uma reprodução exata do céu no cair da noite. — Olhe, Max Steel! – Chamou o primo animada, rompendo o silêncio entre os dois e mostrando um conjunto de estrelas. — É lindo, né? – A paixão era nítida em sua voz, apesar do mais velho não compartilhar da mesma sensação da loira. Hanna bufou, esbaforida com a postura do primo. — Sorrir as vezes não vai fazer cair seus dentes. – Avisou a lufana quando os dois alcançaram as respectivas mesas de suas casas, virando de costas um para o outro.

Diferente da relação que possuía com Mäeva, não conseguia se aproximar do primo por mais que se esforçasse. Ele era sempre chato e rabugento, contrapondo-se completamente com a aura alegre e enérgica da lufana. Além disso, quando os dois tentavam conversar sempre terminava em briga.

— AH! Que bom ver vocês! – Exclamou empolgada, cumprimentando os colegas presentes. Destituída de timidez, Hanna facilmente conseguia fazer amigos e, por isso, conhecia praticamente todos os colegas da lufa-lufa, a casa mais maravilhosa de Hogwarts. Quem negar esse fato, mentiu. 

[...]

Apesar do esforço dela para prestar atenção na diretora e em seus avisos, não conseguia se concentrar em coisa alguma além do estômago, que se contorcia de fome. Estava faminta. — Acha que ainda vai demorar? – Perguntou baixinho, cutucando a menina que estava acomodada ao seu lado. Impaciente, movimentava-se de um lado para o outro. Hora debruçando-se sobre a mesa, hora brincando com a mecha de cabelo que pendia sobre os olhos claros. 

Uma lufana? Sério?, pensou, concordando intimamente que não faziam mais pessoas maravilhosas como antes, pois pessoas maravilhosas entram na casa maravilhosa. Esta é a regra. Maëva era uma pequena e linda exceção, apesar de Hanna nunca ter superado o fato da melhor amiga ser da corvinal. 

Após longos e tortuosos minutos, o banquete finalmente surgiu perante os orbes azuis da menor, fazendo-a bater palminhas em comemoração. — A coxa é minha! – Anunciou, avançando contra o frango frito antes de qualquer um, em seguida pegou um dos pratos dispostos sobre a mesa, enchendo-o de guloseimas. Se a mãe a visse, provavelmente reclamaria sobre as cáries que adquiriria. Felizmente dona Aodhaigh não estava presente, afinal, o que os olhos não veem o coração não sente. 


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Re: Salão Principal

Mensagem por Jane Blackwood em Seg Dez 11, 2017 5:41 pm

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Yes, I'm clumsy!


A receita infalível para perder um namorado era chegar no salão, Oliver saia correndo como se tivesse visto uma assombração e se enfiava no meio dos corvinos nerds que ele chamava de colegas, colegas sim, porque amigos ele não tinha.
Me sentei na mesa da Lufa lufa e fiquei encarando meu namorado na outra mesa, aquele cara fechado, bonitão, misterioso, quieto e com aparência ameaçadora, por um tempo me perguntei o que um nenê como eu viu nele, porque estavam namorando mesmo? Eu não sabia responder a pergunta, mas então simplesmente dei de ombros e olhei a minha volta, sorrindo de uma forma graciosa e doce, Mia estava sentada ao meu lado e dizendo:
- Hey, Oi Mia, como foram suas férias? Animada pra voltar pras aulas? Seu cabelo está simplesmente maravilhoso, você tem que me falar qual crème você usa!
Continuei sorrindo, lembrando das minhas próprias férias, trancada no quarto, com as janelas trancadas e livros selecionados para damas de família, por assim dizer, “Uh, é por isso que eu namoro”, pensou, lembrando-se que os únicos momentos de liberdade eram quando podia sair com Oliver acompanhada do irmão.
Então subitamente me lembrei no acontecido na livraria, meu rosto adquirindo um tom avermelhado, voltando a encarar a ruiva do meu lado e dizendo:
- Eu sinto muito pelo que aconteceu na livraria, os homens da família são um pouco… um pouco…
Deixei as palavras morrerem aos poucos, não tinha o que falar de Johnathan, nem do meu pai, sabia que a minha família era estranha, mas claro que eu não gostava quando outras pessoas se davam conta disso.
 Lollita

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Re: Salão Principal

Mensagem por Annelise Cunninghan em Qua Dez 13, 2017 9:48 pm

Os passos incessantes de Annelise pelo quarto de um lado para o outro por cerca de meia hora era o único barulho que rompia o silencio daquele lugar, finalmente sentou-se para finalizar suas anotações. Peter havia criado a maior encrenca do século, deixou escapar uma risada enquanto escrevia sobre a descoberta do receptáculo de Salazar. —Definitivamente escolhi a carreira errada...— Invejou o irmão por alguns segundos antes de se perder em desfechos fatídicos para a libertação de um bruxo tão forte e com ideais tão ultrapassados, mas que ainda assim afligiram e continuarão a afligir a humanidade por todos os dias que virão. A incapacidade de aceitar o diferente diminuí as chances de transcender as limitações. —Pack.—Seus pertences voaram organizando-se dentro da maleta, que fechou-se logo em seguida. Tragou pela ultima vez o cigarro antes de dispensá-lo sobre a mesa, caminhou até a varanda e no segundo antes de aparatar a maleta pousou em sua mão.
Ainda era claro quando chegou aos terrenos de Hogwarts, dali teria que andar. Um pé após o outro martelando como os pensamentos de Anne, precisava capacitar as crianças deste castelo, prepara-los para uma realidade nova.
Há muitas décadas o mundo bruxo vive um momento de paradigma, tudo tem seu lugar e ninguém interrompe a ordem natural e tranquila dos dias rotineiros. Mas o medo se alastra gentil na mente de cada individuo dessa sociedade pacata, sentiam em seus ossos que os ataques que ocorreram são apenas o arrastar das ondas que indicam um tsunami.
Mais tarde naquele mesmo dia a professora cruzou o salão principal trajando um vestido elegante acompanhada por seu fiel caderno de anotações. A algazarra era a mesmo ano após ano. Sentou-se com os outros funcionários, sorrindo cordialmente para os amigos, Samantha, Kevin, Charles, Johnny, Jessamine... Todos já estiveram naquelas cadeiras agitando este mesmo salão anos atrás. Observou com um sorriso os novos integrantes daquela mesa, eram muitos que iam e viam como estações do ano e tentou adivinhar quais deles permaneceriam para acompanhar as mudanças com ela.
Teve a decência de encher o prato de comida, que não chegou a tocar por se perder na leitura teimosa de suas últimas anotações, apenas a interrompeu quando o salão fez um enorme silêncio que significa a chegada dos primeiristas.
Uma cerimonia engraçada de seleção este ano se seguiu, os alunos estavam tão ansiosos enquanto que para a professora era nítido onde cada peça acabaria se encaixando. Quando se pensa como os fundadores de cada casa, fica simples entender como cada personalidade e vivência acaba encontrando em Hogwarts um lar.
Ao término das formalidades alimentou-se rapidamente antes de fugir furtivamente para os seus aposentos, onde infelizmente passaria outra noite enclausurada em sua mente.
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Re: Salão Principal

Mensagem por Charles Rotshchild em Sex Dez 15, 2017 1:12 pm

O céu estava tão negro quanto piche, e a chuva caia suave e constante, abafando o som das conversas e risos pelos corredores do trem. Charles havia dormido toda viagem, pelo menos os remédios para dormir estavam funcionando em sua vida. Na noite anterior recebera uma carta de Dorothy, com a péssima notícia, ela estava terminando o "relacionamento". Rothschild nunca pensou que eles dois tinham um relacionamento de verdade, e mesmo assim a carta o abalou completamente. Dorothy foi sua primeira relação "séria" desde seu último ano como aluno em Hogwarts, e isso fazem... 17 anos!

Só acordou quando chegou na escola, Charles desceu do trem quase cambaleando, o remédio ainda fazia efeito em seu corpo, o que dificultou sua ida até o Castelo. Preferiu ir caminhando pelo pátio. Quando chegou, a cerimônia estava prestes a começar, seguiu tão rápido quanto pôde para o salão, Rothschild tomou seu lugar na mesa dos docentes e lutou para se manter acordado até o fim da seleção dos alunos. Não comeu nada no banquete, apenas se retirou de fininho para que ninguém o visse, foi para seu quarto e dormiu profundamente. Naquela noite sonhou com Dorothy e... como seus beijos eram doces!




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Re: Salão Principal

Mensagem por Amarilys Lohys Cunninghan em Sex Dez 15, 2017 5:37 pm

Tinha um post de chegada aqui, mas confundi as janelas abertas quando fui pegar o template e apaguei sem quer, sorry tia Samantha.


Última edição por Amarilys Lohys Cunninghan em Qui Dez 28, 2017 10:31 pm, editado 2 vez(es)

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Re: Salão Principal

Mensagem por Giulia Buonarroti em Sex Dez 15, 2017 7:26 pm



Sorria animada, os dedos segurando a câmera de maneira firme enquanto adentrava o salão principal. Os olhares voltados para a pequena faziam-na querer fugir, sentia as bochechas esquentando e sabia que deveriam estar vermelhas como tomate. ”Lufa-lufa... lufa-lufa” Mantinha em sua mente a casa de sua mãe tentando atrair aquilo para si, bateu palmas de maneira educada quando os alunos foram selecionados para sonserina, seria possível ter aquele mesmo fim?
Quando finalmente chegará sua vez de por sobre a cabeça o famigerado chapéu seletor, ela aproveitou a visão privilegiada e tirou uma foto dos alunos que esperavam atentamente. —Lufa-lufa — Anunciou sem excitação provando que sofreu por antecipação todos esses dias a pobre Buonarroti. Um sorriso muito aberto tomou conta de seu rosto, antes de se juntar a mesa de sua casa fotografou o elegante chapéu em sua expressão sempre séria. —Obrigada! — Exclamou com um ligeiro pulo e sentou-se com aqueles que trajavam amarelo. A comilança era certeira, aproveitou o maravilhoso banquete antes de conhecer a tão querida sala comunal.

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Re: Salão Principal

Mensagem por Wolfgang B. Lionhardt em Sex Dez 15, 2017 8:11 pm

 


Enfim estava no castelo. O ar gélido e o aroma daquela escola me deixavam bem, finalmente me sentia em casa depois dessas férias entediantes e monótonas. 

 Agora estava no sexto ano e teria que ver novamente a demorada cerimônia de seleção dos primeiranistas. A seleção não era nada demais, apenas a voz do chapéu e palmas ecoando pelo salão inteiro — Normalmente eu durmo durante toda a seleção —. Esse ano eu ficaria alguns segundos acordado para ver Giulia. Me surpreenderia se ela não caísse na Lufa... 

 Enquanto o chapéu gritava, me lembrei de quando era eu ali naquele banco, há alguns anos atrás. Quando fui chamado, lembro-me de olhar para o chapéu e sussurrar "Se você me colocar na Lufa, não dura até o fim do ano." com um leve sorriso sarcástico; Logo em seguida o chapéu nem precisou ser levantado, gritando histericamente "Sonserina".

 Observei a seleção dos alunos, aplaudindo apenas para pequena Buonarroti, em seguida esperando até o término do evento e saindo dali rapidamente em direção à comunal.




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Re: Salão Principal

Mensagem por Mia Backer Appel em Sex Dez 15, 2017 9:47 pm


>>Main Hall<<

Back to School
Chegar ao Salão Principal foi a chave para me separar dos meus amigos, uma vez que éramos todos de casas diferentes, fomos para nossas respectivas casa com a promessa de que iríamos nos encontrar no dia seguinte, se não no salão principal, durante o café da manhã, na biblioteca ou no caminho pras aulas.

Respirei quando caminhei em direção à minha querida mesa, sentando-me em um dos poucos espaços vagos que ainda havia no longo banco de madeira. O barulho dos alunos conversando, brincando uns com os outros eram filtrados em meu cérebro. Junger sentou-se ao meu lado, com um sorriso afetado, mas alegre no rosto, e me cumprimentou, perguntando o que havia de  novo. Eu respondi:

– Nada demais. – dei de ombros e sorri de volta, cocei o lado do meu nariz e mordi o lábio, esperando que ele acreditasse na mentira. – Mas e você? Como foram as suas férias?

Sabia pouco sobre Dominic, mas sabia que sua família era bruxa e que seu pai era jogador de quadribol de algum time famoso e que sua mãe era uma jornalista do Profeta Diário, ou algo assim. Ele com certeza havia tido férias melhores do que ver a irmã mais nova morrer com uma batida na cabeça e sentir as mãos de seu pai sufocando-o. Então o lufano me contou sobre sua viagem ao País de Gales – onde seu pai jogara pela última vez antes de ele vir pra Hogwarts.

Eu sorri e parabenizei seu pai por ter ganho a partida, embora não gostasse ou entendesse tal jogo tão violento. Ele também falou de suas próprias conquistas, as quais envolviam um teste para o time de quadribol do seu pai quando terminasse esse último ano. E comecei a pensar no que eu faria quando terminasse o ano.

E foi nesse momento que Jane resolveu falar comigo.

Blackwood era bem diferente de seu irmão, ela era doce e gentil, apesar dos olhos frios que eram tão parecidos com o de Jhonathan. Só em pensar em seu nome senti o arrepio em minha espinha, uma pontada de medo e meneei a cabeça suavemente, espantando o pensamento e me virei para a lufana com um sorriso suave nos lábios. Ri com sua tagarelice e mordi o lábio, corando com o elogio.

– Foram boas, Blackwood, e as suas? – perguntei, coçando o lado direito do nariz e peguei uma mecha do meu cabelo, olhando-o com o cenho franzido – Depois te conto os esquemas do meu cabelo, é cada coisa que você nem imagina. Embora você nem precise tanto, né, meu anjo?

Sorri e esperei enquanto ela pensava e percebi quando seu rosto ficou corado com algum pensamento súbito. Franzi o cenho enquanto ela se desculpava pelo seu irmão. São um pouco insanos? Malucos? Pirados? Completamente loucos? Pensei em dizer, no entanto nenhuma das opções saíram pelos meus lábios. Eu simplesmente respirei fundo e fechei os olhos, meneando a cabeça.

– Eu que tenho que lhe pedir desculpas pela forma que a tratei naquele dia. – falei e a olhei, mordendo o lábio. Ainda me lembrava da sensação de medo, o pânico que senti ao ouvir sua voz, rouca e amedrontadora. Senti um calafrio só de lembrar. – Não se preocupe com isso. Não foi você quem fez, então não peça desculpas por ele.

Peguei sua mão e a apertei um pouco enquanto a diretora caminhava pelo salão e começava o discurso de início do ano. Distraí-me com suas palavras e vi as crianças do primeiro ano entrarem no salão em fila, lembro-me de estar no lugar delas, eu estava nervosa depois de falar com a diretora tantas vezes com as cartas e naquele dia, ainda, antes da cerimônia. Não queria que ninguém soubesse meu nome verdadeiro.

Alice Sowsfield. O sobrenome ainda coçava onde o havia tatuado – no ombro – a tatuagem estava fresca e ainda não havia cicatrizado completamente. Com linhas vermelhas e inchadas em volta das linhas finas e negras. A caligrafia era suave e não muito rebuscada, tal como a caligrafia com a qual escrevi o nome da minha irmã e da minha mãe no lado esquerdo do meu quadril.

Respirei fundo quando percebi que havia perdido a maior parte dos avisos. O jantar foi servido e observei todos o alunos atacarem-no como animais. Eu estava um tanto quanto ansiosa com meus afazeres como monitora-chefe. Havia dado as informações aos outros monitores das outras casas – eles deveriam levar os alunos do primeiro ano a suas respectivas casas e, então, patrulhar os respectivos corredores do castelo que lhes foram atribuídos.

Coloquei um copo de suco de laranja pra mim e um pouco de frango assado com arroz e brócolis. Eu não estava com tanta fome, então, quando terminei de comer, deixei meu prato vazio enquanto conversava com meus amigos – Jane e Dominic. Contei à loira sobre os quadrinhos e lhe dei umas duas que guardava na capa para que ela lesse em alguma hora livre. Ela resistiu, mas coloquei no bolso interno de sua bolsa e não aceitei um não como resposta.

Então foi quando senti um formigamento em minha nuca. Alguém me olhava e não demorei muito para encontrar a fonte do formigamento em minha nuca.

Oliver me encarava da mesa da Corvinal, encarava-me como se fosse uma criança olhando para um doce de padaria que não podia comprar. Eu corei e desviei o olhar, sentindo-me culpada por aquilo, afinal, Blackwood – sua namorada – estava sentada ao meu lado, tagarelando sobre produtos de cabelo e pele.

Não importava quanto tempo havia se passado, eu sentia minha pele formigando e, toda vez que me virava, Oliver estava ali, encarando-me. Endireitei-me  no banco, sentindo minha espinha se arrepiar, até que o jantar acabou. Fui a primeira a me levantar da mesa, ajeitando-me, alisando as pregas da minha saia e passando a mão na blusa do uniforme. Ainda sentia o formigamento na nuca, mas não me importei tanto mais.

Respirei fundo, abraçando-me enquanto esperava os outros se levantarem. Esperei que os monitores saíssem com os alunos do primeiro ano e ignorei o olhar do Cunninghan até ele sair do salão. Sorri para Chung-Hee que estava fazendo o mesmo que eu. Ele era um coreano bem fofo, na verdade, mas era fofo demais e bastante tímido e pegara a mania de me chamar de Poirot.

Eu ri baixo com o apelido e acenei com a cabeça, finalmente saindo do salão.

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Re: Salão Principal

Mensagem por Dominic V. Morgenstern em Sex Dez 15, 2017 10:02 pm

O empurra-empurra ao qual fora submetido o único herdeiro dos Morgenstern não o estava agradando em nada. Detestava filas, especialmente por que filas significavam espera e Dominic, caso você não saiba, não possuía o dom da paciência. Logo, filas eram aos olhos castanhos do menino, detestáveis.
Acresce-se que esperar pelo momento mais importante de toda a história da sua vida (certo, talvez ele estivesse aumentando um pouco as coisas) na surdina de um corredor, quando na verdade toda a glória do Salão Principal e todos os olhares ansiosos dos professores e veteranos o aguardavam era, definitivamente, uma enfadonha situação.
Ele tinha, portanto, os braços cruzados contra o peito enquanto apoiava todo seu peso num único joelho. Ocorreu-lhe que, se por acaso, ele tentasse seguir carreira como jogador de quadribol ou rugby, apoiar todo seu peso num único joelho seria prejudicial. Aprumou-se, então.
Quando finamente alguém- ele não conseguiu ver direito quem- disse que podiam entrar, Dominic sentiu-se infinitamente grande.
Acima de sua cabeça, velas flutuavam magicamente, iluminando um salão exuberante como nenhum outro. Faltava-lhe o ar, tremiam-lhe as pernas e, por Morgana, Merlin e Paracelso... Dominic não possuía nenhuma palavra sagaz para dizer. Ele estava atordoado com tamanha beleza.
Tropeçou no garoto da frente quando a fila finalmente estagnou, e desculpou-se com um muxoxo. Não tinha tempo para discursos ou diálogos. Seus olhos tinham muito para ver.

***
Suas pernas estavam bambas quando caminhou para o banquinho que decidiria sua vida. Não o banquinho, mas ele estaria sentado nele, o que configura quase na mesma coisa.
O Chapéu seletor foi posto em sua cabeça, cobrindo todo seu rosto (era grande demais). Imediatamente, Dominic ouviu uma voz grave em seus ouvidos.
_Ora, ora, ora... Um Morgenstern! Achei que nunca mais veria mente semelhante àquela... Mas cada mente é uma, não é?- o chapéu, sonoramente, riu.- Vamos ver o que temos aqui...
Dominic estava nervoso. Sabia que seu pai havia sido um legítimo sonserino e, embora sua tia Megan lhe tivesse dito que todas as quatro casas eram excelentes, o menino tinha lá suas predileções.
_Que mente fascinante você tem, menino. Tanta algazarra organizada, sorridente e explosiva! Não me resta dúvidas... Oh, não, espere. Uma dúvida me restou.
Durante dois ou três minutos, o Chapéu colocou-se numa estranha ladainha, indeciso de onde colocar Dominic. Dizia ele: muita coragem e bravura. Retrucava a si mesmo: astuto e sagaz como nenhum outro.
Por fim, depois de longos minutos, o chapéu bradou que Dominic Morgenster iria para a:
_Grifinória!
Eis que a casa dos bravos explodiu em festa, como se mais uma batalha tivesse sido ganha. Isto ou uma partida de quadribol.
Dominic sorriu satisfeito enquanto caminhou até sua mesa. Para sua alegria, Rilys estava sentada do outro lado da mesa e acenou empolgada. O grifino retribuiu, e retribuiu a todos os que o felicitavam.
Recostara-se na cadeira e, quando a seleção finalmente findou, pusera-se a comer ao lado daqueles que poderiam vir a ser seus maiores aliados. Ou, quem sabe, inimigos.
A vida nunca é o que parece ser, afinal.

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Re: Salão Principal

Mensagem por Astra Skriver Oakheart em Sex Dez 15, 2017 10:24 pm

Here I am

Quando Astra finalmente chegou ao Salão, esse já estava cheio e a cerimônia prestes a começar. Procurou seu lugar rapidamente, com Merlim ainda nos braços, sentando-se ao lado de sua ruiva favorita e um secundanista — o que foi uma decepção, já que Pandora parecia não estar em seu melhor estado de espírito, incapaz de dar a loira a devida atenção.

Nessas condições, a noite tornou-se mais tediosa que de costume. Ainda assim, manteve a compostura e aplaudiu na hora certa e sorriu às novas serpentes para dar-lhes boas vindas. A melhor parte do dia — quer dizer, da noite — foi obviamente o banquete, os elfos sempre se superavam, e a menina não conseguiu evitar sentir-se um tanto cheia ao jogar-se em cima de sua cama nas masmorras.
Postagem bloqueada de Astra Skriver Oakheart




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Re: Salão Principal

Mensagem por Caleb Owen Lightwood em Sab Dez 16, 2017 12:38 pm


Come with me, stay tonight. You say the worlds but girl it doesn't feel right. What do you expect me to say? You know it's just too little too late. You take my hand and you say you've changed. But girl, you know your begging dont fool me, because to you it's just a game. You now it's just too little too late. So let me on down, cause time has made me strong. I'm starting to move on, i'm gonna say this now. Your chance has come and gone, and you know. It's just too little too late. A little too wrong, and I  can't wait.

My world


Era necessário estar próximo demais ou disposto a elevar sua voz acima daqueles que pareciam obstinados a compartilhar suas conversas com todos os presentes. Caleb manteve-se em silêncio, exceto pelos grunhidos oferecidos como resposta ao que lhe era questionado no percurso até o salão principal. 


 [...] 

 Despediu-se dos amigos, aguardando enquanto eles se dispersavam a caminho de suas mesas pré designadas, ficando assim na companhia de Sienna e Maëva apenas. - E vocês farão teste para o quadribol? - As palavras alheias roubaram sua atenção, pegando nosso protagonista de surpresa. Entre abriu os lábios, porém fora interrompido pela despedida da irmã que logo se afastava do casal. Um sorriso adornou os lábios do Lightwood, este contemplava as feições da Corvina antes que o avanço de um passo anulasse a distância entre ambos. - Eu seria um ótimo jogador, hm? - Seu timbre baixo permitia que as palavras alcançassem apenas a namorada, ao tempo que os digitos lhe foram até a face, tocando-lhe o maxilar antes que a parte superior de sua fisionomia proporcionasse ainda mais proximidade, suficiente para poder sobrepor os lábios femininos com os próprios e assim selar ambos demoradamente. Afastou-se oscilando o olhar brevemente em busca de quaisquer reações perante o ato que decorreu. - Te vejo mais tarde. Comporte-se. - Selou uma das pálpebras em uma piscadela confidente antes de se pôr a caminho da própria mesa. 


[...]

 As palavras da matriarca deram inicio ao que era tão aguardado pelos ansiosos e famintos alunos, todos atracando-se em busca das melhores porções de comida. Caleb ladeado por alguns conhecidos acabou atado a uma conversa sobre o aguardado para aquele ano. O corpo girou parcialmente para que seu olhar vagasse por cada um dos amigos. - Não sei como será, mas eu estarei com eles. 


― My rules.
You know I wish I had it all.

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Re: Salão Principal

Mensagem por Alecsander S. Van Harther em Sab Dez 16, 2017 7:43 pm

Hogwarts, Hogwarts, Oh querida Hogwarts, finalmente estavam ali novamente, preparados para mais um emocionante ano de aventuras e aprendizados que viria pela frente, ou era isso que seus pais acreditavam que os jovens gostavam na escola, e não seus estoques de bebidas, seus contatos na monitoria pra poder dar umas escapulidas, os amassos escondidos, os famosos contatinhos, afinal, o que poderia dar errado em uma escola repleta de pré-adolescentes e adolescentes?
Assim que desceu da carruagem sentiu o peso da amiga em suas costas, quando a mesma passou os braços ao redor de seu pescoço e as pernas ao redor de sua cintura, então a segurou pelas pernas e caminhou fingindo desequilíbrio por todo o caminho até se separarem, quanto teve que deixá-la descer e seguir seu caminho de passarinho livre, voando diretamente para a mesa da corvinal.
Seguiu também seu caminho, rastejando como uma serpente para perto dos seus colegas de casa, Wolfgang estava pra variar com sua melhor expressão de “Tanto faz”, seu ânimo era tão contagiante que fez questão de só cumprimentá-lo com um aceno e me sentar do outro lado da mesa, olhando pra Morgan que estava sentada ao lado do irmão e de um coreano que Alec nunca lembrava o nome, o garoto fez um sinal dramático para a garota, estendendo as mãos em sua direção como para alcançá-la.
A cerimônia foi chata como sempre, e assim que o chapéu seletor mandou Yohan para a mesma casa do irmão, Alec sentiu seu sangue gelar, teria que aguentar o irmão por muito mais tempo agora.
No fim da cerimônia conseguiu encontrar a Tia e professora e lhe dar um abraço, voltando-se na direção da saída e encontrando novamente a melhor amiga, passando o braço por trás de seus ombros e dizendo:
- Nos vemos amanhã na aula, Darkness, não se perca no caminho pra sua cama!
Por fim o sonserino da um beijo estalado no rosto da amiga, que pegaria a escadaria para a torre da corvinal enquanto Alecsander seguiria para a masmorra da Sonserina.
[Off]
Merely the sound of your voice made me believe that, that you were her just like the river disturbs my inner peace. Once I believed I could find just a trace of her beloved soul, once I believed she was all then she smothered my beliefs.





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Re: Salão Principal

Mensagem por Moon Chung-hee em Sab Dez 16, 2017 8:45 pm

open your eyes
little sunshine!

  Chung-hee fechava os olhos ao sentir a carruagem parar, sentindo a brisa amistosa do colégio em seu rosto, era a sensação de rever um amigo que há muito não mantém contato. O jovem garoto adorava a escola e fazia questão de deixar isso bem claro, embora o fato do ano começar o deixasse levemente deprimido, afinal era seu último ano — mas rapidamente a tristeza sumira —.

 Os Moon eram cumprimentados pelos amigos com aplausos, afinal a irmã era a mais nova monitora da casa e o irmão era o mais novo monitor-chefe. O coreano andava em passos manhosos ao avistar de longe Morgan à mesa. Para ele, aquela visão era como viver um sonho, mas daqueles tão perfeitos que ao acordar, você tenta dormir novamente só para aproveitar o sonho mais um pouquinho. 

 Aquele espectro introvertido, Chung-hee, aproximava-se de Morgan em passos curtos e tímidos, a envolvendo num abraço surpresa. O coreano teria feito um movimento para beijar a bochecha da corvina, mas a garota teria virado a cabeça no momento exato, fazendo assim com que o beijo, planejado para ser nas maçãs do rosto, se tornasse um selinho. O garoto ficou vermelho na mesma hora, a cumprimentando em um sussurro. — Annyeong, Morgan... — Ele imaginava se a irmã e os outros presentes teriam visto aquela cena.

 A seleção não era a parte preferida de Chung-hee, era mais uma obrigação do que qualquer coisa, mas mesmo assim ele observava a seleção, segurando uma das mãos de Morgan por baixo da mesa com sua canhota e com a não-dominante, segurando a da própria irmã que mostrava-se mais quieta do que o normal naquela noite. Ao término da seleção, aplausos ecoaram pelo magnífico salão, então os Moon levantaram-se e começaram a guiar os novatos para a comunal. Naquele momento, o garoto mal teve tempo de despedir-se da jovem Cunninghan, gritando ao longe uma palavra que poucos sabiam o significado. — Saranghae! — E então saindo do salão, iniciando oficialmente o ano letivo.




{OFF}
BY MITZI
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Re: Salão Principal

Mensagem por Oliver L. Cunninghan em Sab Dez 16, 2017 9:40 pm




Take me by the hand


Não tinha certeza se gostava da ideia de voltar para Hogwarts, gostava da escola, gostava dos colegas, gostava ainda mais da ideia de ambas as irmãs estarem ali agora, mas depois do acontecimento na livraria não sabia se era uma boa ideia ter Jane e Mia no mesmo ambiente, quando estava em um relacionamento com uma das garotas e sentia o estômago se revirar na presença da outra.
Logicamente Jane estava animada com o começo das aulas, era um espaço pra ela se livrar um pouco da família abusiva e se sentir mais normal, por mais que não demonstrasse, o corvino gostava de ver a namorada feliz e relaxada, gostava de Jane, era uma garota animada, divertida, que dava um pouco de movimento e cor aos seus dias, mas sentia que a ligação que tinha com ela não era a mesma que tinha com Mia, nunca sentiu pela loira aquele calor e toda a agitação que sentia pela ruiva, não sentia por Jane aquele ciúme doentio que sentia por Mia, eram sentimentos diferentes, diferentes que uma forma que em seus 17 anos, Oliver não sabia processar ou diferenciar.
Estava sentado ao lado da irmã, a relação entre eles era peculiar, geralmente não se falavam mais do que o necessário, não eram dados a demonstrações gratuitas de afeto, mas, sem dúvida, se amavam de forma feroz, e ambos amavam e protegiam a mais nova da família, eram uma alcateia, não se atrevia a questionar a liderança da irmã, da mesma forma que ela tinha a noção do quanto precisava dele, e assim nesse mutualismo eles coexistiam.
Mas Oliver era um cara de sentimentos estranhos e reações mais estranhas ainda, geralmente o sentimento que mais se sobressaia nele era o ciúme, ciúme esse que o fez apertar a mão em punho e formar uma careta para o colega que se aproximara da irmã com um selinho incauto, apenas desviou o olhar, dispensando mais uma discussão com a irmã sobre o assunto, decidira naquele momento que não gostava do garoto, não que isso importasse para Morgana.
Assim que desviou o olhar o movimento vermelho chamou sua atenção, Mia estava bem a sua frente em outra mesa, conversava com Jane e com um colega, Junger, a conversa parecia boa e sempre que Mia corava sentia seu coração se acelerar um pouco, o firo no estômago o incomodava da mesma forma de quanto tinham onze anos, respirou fundo exasperado, se sentindo culpado pelo desejo que sentia de se levantar e beijá-la, de colocá-la em um potinho e socar a cara daquele babaca que a rodeava desde o ano anterior, mas havia o fator Jane, e inclusive ambas pareciam estreitar ainda mais a amizade.
As vezes o olhar de Mia se cruzava com o seu, mas o garoto não desviava, permanecia a encarando, dizendo em um grito silencioso o quanto precisava dela, não sabia se ela entenderia esse olhar, não sabia se queria que ela entendesse, só queria deitar a cabeça no travesseiro e dormir para se esquecer de tudo isso.
No meio da cerimônia quase se levantou, dirigindo um olhar encorajador a sua irmã caçula, acenando para ela discretamente antes que ela fosse para sua seleção, observando atentamente e sorrindo para si mesmo quando ela fora aclamada para a Grifinória, e antes de saírem do salão conseguiu se aproximar e lhe dar um abraço rápido, bagunçando seu cabelo de forma descontraída e dizendo:
- Muito bem mocinha, você sempre foi corajosa mesmo…
Deu um beijo rápido em sua testa e voltou até seus colegas, reunindo os novos alunos e os guiando até a torre da Corvinal, com Sun ao seu lado e ambos explicando resumidamente algumas regras e deveres dos alunos, enquanto falava sentia suas palavras vazias, assim como seu estômago, não havia tido ânimo para comer nada, seu estado de espírito estava carregado naquele dia, não era uma época do ano da qual se agradava.

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Re: Salão Principal

Mensagem por Kairos Heinz Müller em Qui Dez 21, 2017 6:17 pm



Hogwarts

O melhor de Hogwarts sem dúvidas era comia. Os meus ouvidos captavam os sons pelo salão, porém a mente viajava imaginando a imensidão de sabores que os elfos fofinhos haviam preparados. Enquanto a cerimônia de seleção ocorria aplaudia com maior vigor aqueles que tinham a sorte de cair na Lufa-Lufa. A cada novo aluno que chegava a nossa casa eu o recebia com um abraço caloroso. A diretora explicou as regras que já conhecia de cor. Assim que o banquete foi liberado peguei meu prato e servi um pouco de cada coisa que havia naquela mesa formando uma pequena montanha. Ao terminar o jantar deixei o salão em direção a comunal.

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Re: Salão Principal

Mensagem por James Skriver Oakheart em Sex Dez 22, 2017 4:29 pm

figth!
O grifinório bem tentava disfarçar, mas era tão transparente em seus sentimentos quanto uma criança e a avalanche de mágoa que transpassava seus oceânicos olhos sempre que se deparava com Summer era evidente. Naquele dia em especial, estando o ressentimento fresco no coração, embora não mais tão recente, até mesmo a refeição matinal de Hogwarts – esplendorosa, como sempre. – parecia sem graça.

Saiu, então, da mesa grifinória com uma pequena tigela nas mãos e rumou para a mesa lufana, que aquela altura da manhã começava a esvaziar – assim como as demais – conforme os alunos se dirigiam para as primeiras aulas matinais. Seus companheiros de casa, tão engraçadinhos e sempre prontos a comemorar um novo solteiro na área não lhe eram especialmente atraentes naquele momento. "Oi, pumpkin." cumprimentou, tomando o assento ao lado de Mia. Não se mostrou minimamente incomodado por ser o único de uniforme colorado em meio aos enfeites amarelos da casa de Helga Hufflepuff.

"Sua mesa tem comidas melhores." afirmou, fazendo as vezes de explicação do motivo de ter se bandeado para a casa vizinha. A careta em sua face, entretanto, mostrava que havia outros quarenta e cinco motivos mais prováveis que o estômago do Oakheart – este que sentiria-se tão satisfeito com um par de pedras quanto com um autêntico foie gras. Para provar seu ponto, esticou-se sobre a mesa para roupar um punhado de biscoitos amanteigados, que mergulhou sem distinção no caldo amarronzado de sua tigela. Todas as comidas que já haviam passado por ali naqueles minutos que o grifinório estava no salão? Um mistério jamais desvendado.
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Re: Salão Principal

Mensagem por Jane Blackwood em Sex Dez 22, 2017 4:56 pm

Yes, I'm clumsy!



Andava a passos longos e pesados pelos corredores, sentindo o cabelo balançar suavemente enquanto passava com a cabeça erguida pelo corredor, ao meu lado o corvino charmoso de olhos desiguais andava acompanhando seu ritmo, com a cara fechada e a postura agressiva, a relação entre nós era estranha, coisas minúsculas podiam se tornar um tsunami, como no caso de uma discussão atual, de onde os dois passariam o natal.
Passamos pelo corredor e nos viraramos na direção da escadaria que levava até o salão principal, onde logo vi a mesa da Lufa lufa e meus colegas, Mia e Junger, acompanhados do grifino da livraria, foi quando senti o namorado segurar meu braço antes que eu me afastasse, Me virei virou e o olhei, dizendo de forma ríspida:
– O que?
Ele respirou fundo, balançando a cabeça ao me encarar com uma expressão pesada, dizendo em seu melhor tom frio:
– O que você quer? Uma medalha de teimosia? Porque você gosta de se torturar?
Levantei o dedo, deixando-o em riste, apontando diretamente para seu rosto, dizendo entredentes:
– Não ouse, Oliver, não se atreva!
Ele parou a encarando, olhando para a mão erguida da garota e certamente sentindo uma leve ardência no rosto onde a mesma mão havia atingido sua face mais cedo, Jane tinha esse defeito, quando pressionada de mais costumava ficar violenta.
Ele se calou ainda a encarando, ela abaixou a mão e se virou, continuando seu caminho até a mesa, onde se sentou ao lado de Mia e Junger, pegando agressivamente um pãozinho e o jogando no prato, cortando-o em vários pedaços, atraindo um olhar estranho dos amigos, não esperava mais ver as fuças do namorado ate o fim do dia, e se surpreendeu ao ouvir a voz dele atrás de si, dizendo:
– Vai pelo menos pensar no assunto?
Ela não se virou, apenas alcançou uma fatia de queijo, colocando no próprio pão estraçalhado e dizendo:
– Oliver, você pode passar o seu natal no quinto dos infernos, não me interessa, só some de perto de mim
Sabia que ele sairia dali, ele não se atreveria a irritar mais a garota loira que, apesar de pequena, era extremamente feroz.
Não precisou olhar pra trás para saber a expressão que ele estava fazendo, aquele revirar de olhos com uma leve bufada, balançando a cabeça e levantando os braços exasperado, soube que acertou quando ouviu novamente a voz do corvino, dizendo em um tom firme:
– Ótimo, faz o que quiser…
Olhei de canto de olho e vi o garoto virar as costas, me sentindo ainda mais irritada, com uma vontade imensa de socar aquela carinha fofa, mas tudo que eu poderia fazer é pegar um bolinho doce e arremessar em sua direção, acertando-o bem na nuca.
Ele parou, respirou e se virou, abrindo os braços na minha direção, dizendo praticamente incrédulo:
– Sério isso? Deveria ter guardado pra comer no natal!
Ele continuou andando enquanto eu bufava exasperada, afastando o prato por obviamente ter perdido a fome e servindo apenas um copo de suco para mim, até olhar em volta e notar que havíamos chamado a atenção, então sorri, dei de ombros e apontei na direção da mesa da Corvinal:
– Ele cumprimentou vocês? eu não reparei se cumprimentou, estava evitando contato visual pra não quebrar um nariz…
deixou o copo na mesa e olhou para os colegas, Junger ainda a encarava como se fosse louca e Mia com uma expressão confusa e… culpada? James aparente só se divertia, o que era bom, pelo menos alguém para descontrair o grupo.
– Namorar esse babaca é um inferno, nem sei porque eu ainda tento!


 Lollita

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Re: Salão Principal

Mensagem por Mia Backer Appel em Sex Dez 22, 2017 6:11 pm


>>Main Hall<<

Breakfast
Depois de acordar, tomar um bom banho e colocar o uniforme da Lufa-Lufa em menos de vinte minutos, enquanto as outras meninas do dormitório passavam mil e um cremes no rosto e nos cabelos. Eu saí do Salão Comunal e caminhei lentamente, com a mochila pesada nas costas e um livro trouxa nos braços, tinha um bom tempo livre até a primeira aula do dia, mas o café da manhã não demorava pra ser servido.

Sentei-me à mesa da Lufa-Lufa, não havia muitas pessoas sentadas — um gato pingado aqui e ali — então abri o livro — Alice no País das Maravilhas — sobre o tampo da longa mesa, onde um café farto estava sendo servido. Peguei uma panqueca e um pedaço de bolo de chocolate, colocando-os em um prato e começando a comer pela panqueca, derrubando algum farelo entre as páginas dos livros.

Rolei os olhos, limpando o farelo com a mão, tirando-o do livro e jogando no prato novamente. Mia, minha filha, quer que ratinhos comam seus livros? Minha mãe falaria.

Minha mãe... Sinto falta da minha mãe. Ela foi boa comigo, desde os meus sete anos, quando me adotou. Quero dizer, ela e Rutger me adotaram quando eu tinha sete anos. Só em pensar nele senti um calafrio subir pela minha espinha, as cicatrizes em minhas costas coçando só com a lembrança do cinto de couro batendo em minha pele. Tantas formas de me castigar, e ele tinha que escolher algo medieval.

Meneei a cabeça, tirando essas lembranças da minha mente, concentrando-me no livro que estava relendo pela quinquagésima vez. Lembrei-me do dia em que minha mãe  me deu esse livro. Eu já tinha lido algumas dezenas de vezes, mesmo assim minha mãe me deu, escrevendo uma dedicatória à punho, dedicando à Alice. Sua Alice, encorajando-me a procurar minha família quando estivesse pronta.

Sorri brevemente com a lembrança, voltando a comer, colocando uma xícara de leite para mim.

As pessoas já iam embora quando James se sentou ao meu lado, com uma tigela na mão. Eu o encarei, confusa. Sabia que ele havia terminado com Summer, estava bem mal-humorado em dias como esses — ainda mais pela manhã. Para abandonar os amigos grifinos para se sentar em minha mesa, havia acontecido algo que o incomodara, apesar de sua desculpa esfarrapada. Fiz uma leve careta.

Passei a mão levemente em seus cabelos, bagunçando-os e apoiei minha cabeça em seu ombro colocando uma mão em seu ombro.

— Tudo bem, filhote, eu estou aqui. — disse, quando Junger se sentou ao meu lado, dando-me um susto. Arregalei os olhos e eu ri — Junger! Você é louco?

— Não estou não, bela. Quero falar algo pra você depois. Quando estivermos... — disse, soltando um sorriso grande e brilhante. Ele se aproximou do meu rosto — Sozinhos. — ele sussurrou, causando-me arrepios, e me deu um beijo na bochecha.

Eu franzi o cenho, observando-o. Tombei a cabeça para o lado, em dúvida, mas dei de ombros, olhando para James com uma careta confusa. Ele comeu um pãozinho e deu de ombros, indicando a porta. Uma loira baixinha e invocada entrava no Salão Principal, ela parecia estar com raiva, pisava duro enquanto praticamente gritava com um corvino de olhos heterocromáticos. Reconheceria-o onde quer que ele fosse.

Oliver entrou seguindo Jane, que se sentou à mesa lufana e começou a estraçalhar um pão em um potinho. Eu observei o loiro se aproximar, crescendo em sua postura, falando com a loira mais nova. Eles brigavam e eu desviei o olhar, voltando a ler meu livro, sentindo meh rosto corar. James me empurrou com o ombro e eu o olhei, ele parecia inquisidor.

— O que foi dessa vez? — perguntou Junger e eu a olhei, um pouco curiosa, sentindo-me culpada.

Eu havia beijado o namorado dela. Eu beijei o Oliver. Fui eu que beijei... Mordi o lábio, olhando-a quieta.

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