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Ruas de Godric's Hollow

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Ruas de Godric's Hollow

Mensagem por O Herdeiro em Seg Out 09, 2017 11:14 pm



Ruas

As ruas apresentam arquitetura antiga, contudo em excelente estado de conservação. Os moradores do vilarejo zelam para manter o lugar com beleza inaugural, causando nos visitantes um sentimento de encanto pelo vilarejo. A maioria das ruas é calma, com exceção daquelas localizadas próximas as lojas e praças do lugar.
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Re: Ruas de Godric's Hollow

Mensagem por Emma Lightwood em Sab Nov 04, 2017 9:18 am

Emma Lightwood

Os dias passavam lentamente. As aulas em Hogwarts ainda não haviam começado e levaria algum tempo até que elas começassem também. Aproveitaria então os dias que ainda me restavam de tranquilidade matando um tempo que a mim não era comum. Vesti um casaco de pele antes de sair de casa, me agasalhando o suficiente para me proteger do frio do outono lá fora. Deixei a mansão de minha família e caminhei pelas ruas de Godric's Hollow sem um destino certo. As ruas pareciam desertas, todos pareciam esconder-se em suas residências com o frio daquele dia. Caminhei por um longa distância e depois aparatei de volta a mansão.


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Re: Ruas de Godric's Hollow

Mensagem por Rowan O. Panabaker em Seg Dez 11, 2017 9:36 pm






Seu

Final
De certa forma, não estava nos meus planos trazer uma criança comigo, aquele garoto estava aparentando estar bem mal, seu nariz sangrava e sua afeição estava horrenda, sem duvida ao chegar no ponto que eu queria ele iria passar mal, tenho que de certa forma me afastar dele ao pousar, não quero  me sujar com vomito de cachorro, eu tinha que ir para um lugar de certa forma movimentado pois esse garoto sem duvida tinha um rastreador e certamente os pais em um pulo estariam aqui, ainda mais esse imundo filho do Ministro, de certa forma as ruas de Godric seriam perfeitas para iniciar meu plano .
Logo ao aparatar nas ruas de Godric me encontrei em um beco empurrei o garoto com o pé o vendo dar alguns passos e cair, vomitando como de esperado – Se recupere Garoto, não ficara aqui por muito tempo, seus pais  já devem estar seguindo seus rastros, mas vamos ver se eles tem um coração forte, é se o ministro sabe chorar.
Enquanto Yohan estava a vomitar e ainda sobre efeito da Maldição me dirijo até a Rua em busca de iniciar meu plano.
Aponto a varinha para um trouxa que por sorte minha é azar dele Passava a frente deste beco intrigado com o barulho.
-Imperius.
-Venha até o beco, isso é uma ordem .
Vendo aquele corpo , sem muita reação vindo até o beco, eu não tinha muito tempo, sem e precisava agir de forma rápida, Levava comigo uma Poção Polissuco guardada em um frasco dentro do Casaco, não duraria tanto tempo mas o susto seria impagável  fui até Yohan arrancando um punhado de cabelo do Garoto com as mãos. – Vou guardar um pouco para o Futuro Cachorrinho, vai ser bem útil ter esses pelos do cachorro do Ministro.
Todo o cuidado era pouco para que nada viesse a dar errado, coloco apenas um pouco do cabelo no frasco é dou algumas balançadas. - Mais um pouco e estará perfeita, exatamente é isso. vou em direção ao Trouxa o colocando para tomar a poção - Vamos lá, a transformação deve estar completa em alguns segundos.
O corpo do Trouxa começou a diminuir, a transformação estava se iniciando, as formas eram idênticas, contudo a roupa estava muito grande, - Cachorros não usam roupas filho do Ministro, retire sua roupa e permaneça com a parte intima AGORAAA !
Podendo ver o cachorro ou melhor Yohan, retirando sua roupa dou uma grande gargalhada e volto minha atenção ao trouxa que já tinha sua transformação feita por completo - Você Vista a Roupa e se coloque a minha frente, Filho do ministro entre nesta grande lata de lixo e somente saia dai quando eu autorizar.
Todos haviam cumpridos o que eu tinha ordenado, aquele ser a minha frente me dava nojo eu não conseguia mais ficar olhando para ele, com uma faca lentamente passo no pescoço do trouxa o observando sangrar lentamente, o chão se tornava um grande rio de Sangue, com a mesma faca escrevo em seu peito "Iblis Saya".  - Que faça um caminho infernal nesta sua próxima caminhada.
Depois do ritual, dou 2 chutes na grande lixeira que se encontrava Yohan, acanhando,sujo bem diferente do Playboyzinho que encontrei - Acho que mudei seu futuro garoto, mas o seu fim é inevitavel, coloque uma das mãos para fora. Segurando ainda a faca não titubiei é cortei o dedo Midinho de Yohan, podendo sentir toda a agonia é dor que o mesmo estava sentindo. - Volte a ficar calado e dentro da lixeira, seus pais já devem estar chegando. "Talvez eles consigam rastrear o dedo" - Acho melhor deixar esse dedo aqui, tome seu dedo Yohan. Jogando o dedo para dentro da lixeira. - Bom Garoto, ainda vamos nós ver muito Filho do Ministro


O mal sempre vence, clumsy!


[off - Saio do Local Deixando um Corpo e Yohan dentro da lixeira]
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Re: Ruas de Godric's Hollow

Mensagem por Stella Sowsfield em Sab Dez 16, 2017 5:48 pm

Tentaram convencê-la a ficar, tentaram convencê-la a não aparatar, tentaram convencê-la a se acalmar, ah eles tentaram tantas coisas, a cada frase que ouvia da boca dos homens perto de si tinha que se controlar para não sacar sua varinha e acertar alguém.
Tinham a localização do filho finalmente, pra Stella pareceu demorar semanas até que encontrassem Yohan, ou apenas tempo suficiente para a loira praguejar o quão inúteis eram aqueles rastreadores do Ministério e ofender algumas gerações de quem os operava no momento, mas ao contrário do que parecia, ela não estava furiosa, estava em pânico.
Quando saíram atrás do filho levaram junto um pequeno exército de aurores, não que fosse necessário, com o medo que estava de perder o filho, seriam necessárias apenas Stella e sua varinha pra derrubar um pequeno exército, sentia na boca do estômago aquela sensação, o instinto maternal, aquela sensação que sequer imaginava existir até ter Manon, a sensação de que se é um super herói e nada é capaz de destruir seu ímpeto.
Mas havia sim algo capaz de fazê-la parar, ao fazerem a curva em direção ao beco que era indicado no localizador, viu a cena que fez seu coração parar por alguns minutos, seu corpo simplesmente congelou ao ver o pequeno corpo infantil com as roupas do filho e circulado por uma poça de sangue no chão, sentiu as próprias pupilas tremerem, depois foi a vez de suas mãos começarem a tremer, e no fundo do estômago a sensação começava a se tornar uma dor irreconhecível.
Matthew precisou ampará-la para que não caísse enquanto alguns aurores se aproximavam, ele falava com ela, podia ouvir sua voz, podia sentir o timbre das palavras, mas não conseguia ouvir de fato o que ele estava dizendo, simplesmente porque sabia que nada daquilo seria real, o filho não estava morto, não poderia..
Um antigo filósofo uma vez dissera que uma pessoa em desespero pode viver horas dentro de um milésimo de segundo, e Stella estava vivendo horas, não poderia dizer que o mundo a sua volta estava em câmera lenta, pois o mundo a sua volta simplesmente havia desaparecido, seu olhar estava navegando por lembranças.
Yohan tinha pouco mais de um ano, balbuciava coisas aleatórias a semanas, mas aquele dia específico, quando Matthew chegava em casa e era recebido pela esposa com o filho nos braços, o pequeno havia esticado o pequeno e rechonchudo braço para empurrar o rosto do pai que se aproximava para um beijo na esposa, dizendo a primeira palavra de forma clara, arrancando risadas dos pais… ele havia dito “Minha”.
Yohan tinha três anos, seu brinquedo favorito era uma pequena varinha de brinquedo que fazia objetos pequenos flutuarem, naquele dia específico estavam sentados no jardim perto da fonte, quando o pequeno apontou a varinha em direção a uma flor e correu na direção da prima, Alice, para colocá-la entre os fios ruivos da garota que ria e brincava com a água.
Yohan tinha seis anos e Matthew havia insistido em ensinar o filho a voar em sua primeira vassoura infantil, as primeiras tentativas haviam ido de acordo, a mãe observava a cena de pai e filho rindo e se divertindo sentada ao lado, com um livro preso nos dedos e um pequeno sorriso, isso até Matthew se distrair por um instante e Yohan querer imitar uma manobra do irmão mais velho, o que provocou uma queda de uma altura considerável, um braço quebrado e um medo de altura que nunca o abandonou.
Se lembrando de tudo aquilo não pode evitar um sorriso maternal, os homens a sua volta deveriam achar que estava louca, mas não estava, pelo contrário, ela era mãe, uma mãe não se engana em relação a um filho, uma mãe não desiste, as mães, sem dúvida, eram o tipo de pessoa que poderia fazer o impossível acontecer, se bem que aquilo não era impossível, porque simplesmente sabia que aquele não era seu filho.
Se aproximou rápido do corpo, dando passos ligeiros e fazendo o salto ressoar no chão duro, abaixou-se ao lado do ser sem vida evitando olhar para seu rosto para não ter sua convicção abalada, e então começou a apalpar seus bolsos, olhar a integridade das roupas, procurar por marcas diferenciadas, até que percebeu que o menino não usava a fina e delicada corrente de prata com um pingente de esmeralda em forma de S que ele e os irmãos haviam ganho da mãe, ela havia deixado claro que nenhum dos 3 deveria tirar aquela corrente, jamais.
A corrente poderia ter sido roubada, então continuou procurando por pistas de que aquele realmente não era seu filho enquanto sentia os olhares de pena dos homens a sua volta, Matthew estava novamente atrás dela, tentando levantá-la e consolá-la, mas ela não aceitaria aquilo, o filho estava vivo e por perto, ela podia sentir em seus ossos.
Levantou-se bruscamente e bateu o punho delicado sobre o peito do marido de forma débil, engolindo o soluço e segurando o máximo que podia as lágrimas que marejavam seus olhos, dizendo em um tom baixo e furioso:
- Esse não é meu filho… Não é…
Virou-se de forma rápida, ignorando a sensação de uma fisgada no ventre e a sensação de umidade entre as pernas, começando a olhar atrás de postes, sacos de lixo e da lixeira ali, lixeira essa que ao ser analisada, notou-se uma pequena gota de sangue em sua lateral, novamente o coração da loira deu um salto e depois parou, temerosa, abriu a tampa.
Assim que olhou ali dentro viu um grande e desesperado par de olhos azuis a encará-la, novamente seu coração deu um salto, deixando as lágrimas escorrerem pelo rosto delicado enquanto sacava a varinha para tirar o filho dali.
Ele estava tão quieto, tão imóvel, apenas seu olhar demonstrava alguma emoção, ele estava sujo, estava sangrando e de sua mão faltava um dedo, tinham tirado isso do pequeno, mas dentro de si estava grata por ter sido apenas isso, puxou o menino para seus braços, fechando os olhos com força e deixando as lágrimas escorrerem, não sabia exatamente se pela emoção do momento ou se pela dor intensa que passara a sentir no ventre, acompanhada de várias pontadas insistentes e aumentando a umidade que agora sabia não ser apenas uma sensação entre suas pernas, podia sentir que era sangue.
[Off: Postagens bloqueadas entre Stella Sowsfield, Matthew O. Van Harther, Zaad Wyatt Hoover e Yohan S. Van Harther]
Merely the sound of your voice made me believe that, that you were her just like the river disturbs my inner peace. Once I believed I could find just a trace of her beloved soul, once I believed she was all then she smothered my beliefs.



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Re: Ruas de Godric's Hollow

Mensagem por Matthew O. Leonhardt em Seg Dez 25, 2017 1:16 pm


Matthew Octavius Van Harther
Ministro da Magia
O homem e seus asseclas tentaram de todas as formas convencerem a sua esposa a não ir junto em busca da criança, mas Stella era impulsiva demais e muito determinada para ser dobrada por alguém, principalmente quando ela decidia sobre algo, além disso, era a vida de seu pequeno filho que estava em jogo. Matthew sabia que ela não iria desistir de ir resgatar o filho, então, coube a ele apenas acompanhar a esposa, pronto para ampara-la a qualquer momento.
Porém, quem iria ampara-lo caso algo ruim tivesse acontecido com o seu caçula? Afinal, a criança também era seu filho.
Gotículas de suor surgiram sob a sua testa e escorreram pelas maçãs rígidas de seu rosto, à medida que ele suspirava e mantinha o passo apressado atrás da esposa pelas ruas de Godric's Hollow.
Fazia pouco tempo que ambos haviam aparatado naquele vilarejo, seguindo a localização obtida através do rastreador sob Yohan, na companhia de Matthew e Stella, estavam Zaad e uma tropa de Aurores.
— Stella… — Segurou a esposa, no momento que adentraram a uma rua e encontraram o corpo da criança, jogado sobre o chão, foi difícil até para o próprio homem se manter de pé.
Merlim! Cerrou os punhos, sentindo uma pontada forte em seu peito e sua respiração acelerar, aquele não podia ser o seu filho. Não! Não pode ser! Segurou a esposa contra o seu peito, caindo de joelhos, impotente pela situação momentânea em que se encontrava.
Já que por toda a sua vida, foi um homem inteligente e astuto, cuja mente formulava respostas e ações para qualquer eventual problema que viesse a ter, entretanto, naquele instante, não sabia o que fazer, não sabia o que falar, estava trêmulo como uma criança assustada, sem reação.
Droga! É tudo culpa minha! Eu devia ter sido mais presente e dado mais atenção a ele… Se eu estivesse lá, isso talvez não tivesse acontecido… Sentiu uma pontada de culpa invadir a sua mente e correr para o seu peito, onde o seu coração batia acelerado.
— Stella… Eu sinto muito… — Sussurrou num fio de voz, soltando a esposa e observando o corpo imóvel sem nenhuma expressão, além dos olhos vermelhos ameaçando transbordar em lágrimas.
A sua relação com Yohan nunca foi das melhores, pois, o garoto não era tão talentoso, quanto Alec e Manon, e só arranjava problemas, quais Matthew já estava cansado de tentar resolver. Mas naquele momento, o Ministro chegou a conclusão de que deveria ter estado presente na vida daquele garoto, tanto quanto estava na de Alec e Manon.
Agora é muito tarde para isso, não acha Matthew? Questionou a sua consciência, enquanto os seus olhos tentavam racionalizar o que Stella dizia e fazia.
E a visão que tinha era da loira se arrastando para uma lixeira, qual abriu e pareceu surpresa, talvez até mesmo um pouco feliz numa situação horrível como aquela? Ela estaria em surto pela emoção da perda?
— Izzy… — Chamou quase sem voz, tentando assimilar o que estava acontecendo. No entanto, foi tudo rápido demais, já que a sua varinha foi sacada e em poucos segundos Yohan estava sob os seus braços.
Matthew pôde notar que a criança estava viva, devido a seus olhos assustados encararem a todos, apesar de estar banhado em sangue.
— Merlim! — Se arrastou para próximo de ambos, abraçando Stella e a criança como nunca tinha feito antes. 

[…]

Pareceu que aqueles breves segundos duraram uma eternidade, entretanto, não demorou muito para o Ministro perceber que na mão de seu filho faltava um dedo, daí que vinha tanto sangue. — Zaad! — Gritou desesperado, pegando o garoto nos braços, num abraço cálido e preocupado. — Precisamos ir para o Mungus rápido! Antes pare esse sangramento… — Ordenou, nervoso pela criança perder tanto sangue.
Todavia, o que o chocou ainda mais, foi o sangramento que a sua esposa possuía, os seus olhos traçaram o líquido sobre o vestido é focalizaram o ponto de imediato.
— Pegue-o, Zaad! — Entregou Yohan para o subsecretário sênior, pegando Stella sobre os braços em seguida.
— Izzy, você está sangrando… O bebê ele… — Disse trêmulo.
— ‎Vamos para o Mungus, Zaad! E vocês fiquem e investigam a região, descubram e capturem o desgraçado que fez isso com o meu filho! — Ordenou, pronto para aparatar com Stella, Yohan e Zaad para o Mungus. Aterrorizado com a situação de Yohan, Stella, e eventualmente do bebê gerado sob o ventre da loira.

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Re: Ruas de Godric's Hollow

Mensagem por Yohan Sowsfield em Qua Dez 27, 2017 1:33 pm

Sequestro

Yohan Sowsfield Van Harther

10 anos

Sangue Puro

Filho do papai e da mamãe



As últimas horas havia mudado por completo a concepção que o jovem Van Harther tinha de mundo. O garotinho mimado e por vezes fútil acostumado a pisar nas pessoas e destilar palavras cruéis com o único objetivo de ferir aqueles que estavam abalados ou vulneráveis, bem como ver sangrar antigas feridas não cicatrizadas experimentava mesmo que de forma deturpada um pouco do seu próprio veneno.

Alguns mais tempestivos ou mesmo vingativos, poderiam dizer que Yohan apenas estava recebendo do destino o fruto da frondosa árvore de maldade que havia cultivado ao longo dos seus breves onze anos e essa por certo havia produzido frutos tão amargos quanto o coração do menino de expressivos olhos azuis.

Perverso, serpente do mal, mentiroso, traidor esses eram alguns dos adjetivos que aqueles que conheciam o menino usavam para referir a ele. O caçula de Stella e Matthew sempre aparecia pelas ruas do mundo bruxo em belas vestes novas e alinhadas, sendo essas somadas a sua feição angelical capazes de ludibriar a primeira vista o fazendo parecer uma boa pessoa, todavia a imagem que era revelada agora em nada assemelhava isso.

Os olhos outrora cheios de vida e imponência permaneciam estatalados e embora mantivesse o mesmo tom de azul, a impressão é que esse agora não tinha o mesmo brilho, vigor ou beleza. Era como se a chama da vida estivesse aos poucos sendo levada para longe de Yohan e isso era refletido através dos seus olhos.

Os traumas recém adquiridos seriam perpetuados na memória do garoto, talvez o semblante perverso de Rowan seja algo que ele mesmo em seu leito de morte próximo ao centésimo aniversário ainda consiga reviver com exatidão.

As maldições são consideradas imperdoáveis pelos efeitos cruéis e deletérios que acumulam junto a aqueles que delas são vitimas e com Yohan parecia não ser diferente. No interior daquela estrutura metálica o cheiro de material putrefato o fazia desejar vomitar e assim fez algumas vezes. O seu corpo tremia em um misto de dor, medo, desespero. Nenhuma fresta de luz permeava naquele local restando apenas o escuro e a sensação do sangue por vezes gotejando em sua pele.

O seu desejo era correr, chorar, gritar. A dor que sentia pelo membro recém decepado era imensa. Por algum motivo que ele desconhecia apesar dos desejos apenas limitava a ficar calado, com o corpo encolhido no interior da lixeira a espera da voz do comensal ordenando que ele pudesse sair.

A sua mente divagava em uma espécie de transe entre o presente e o passado. Ele em alguns momentos não tinha certeza se aquilo era um pesadelo ou realidade. O silencio perturbador foi interrompido pelo som de passos que estava cada segundo mais próximos. Uma voz... Não era uma voz qualquer. O som daquelas palavras pronunciadas por uma voz feminina fez rolar lágrimas na face do menino. Ele queria gritar, avisar que ele estava preso naquela lixeira, mas não conseguia, ao invés disso apenas chorava por emoção ao reconhecer a voz de sua mãe, por medo que ela fosse embora e não o encontrasse ou que o comensal que havia feito aquilo com ele ainda estivesse por perto e a ferisse.

Os passos voltaram a ecoar e então a claridade ganhou o interior da lixeira. O menino piscou algumas vezes enquanto lagrimas escorriam lavando a face suja. Ele sabia que aquela era sua mãe, porém não conseguia ter nenhuma reação. Ao sentir o abraço quente de Stella o seu coração acalmou por saber que estava seguro, entretanto manteve a expressão inerte encarando a mãe e o pai que também o abraçara. O desejo do garoto era dizer algo, mas da sua garganta nenhum som era pronunciado.

O transe da felicidade em rever seus progenitores durou poucos segundos. Em sua mente a voz de Rowan ecoou relembrando que ele não tinha autorização para deixar a lixeira até que o próprio ordenasse. De imediato ele começou a se debater tentando empurrar os pais e Zaad podendo assim retornar ao chão e voltar para o local onde deveria estar aguardando pelas novas ordens do comensal.



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Re: Ruas de Godric's Hollow

Mensagem por Zaad Wyatt Hoover em Qua Dez 27, 2017 2:35 pm



E agora Zaad...?


Do instante em que aparataram do St. Mungus nas ruas do beco diagonal era possível notar a tensão que exalava os pais do menino. Qualquer um na situação em eles estavam sentiriam isso, talvez Matthew estivesse tentando ser forte não apenas por ter esperanças em reencontrar o filho, mas também para não passar sua aflição para Stella.

As pernas do loiro bambearam por um instante ao notar o pequeno corpo estirado no chão. Uma bolha de ar parecia subir do estômago em direção a boca, mas ao invés de sair ficou presa próxima a garganta o fazendo engolir seco. De imediato maneou a cabeça encarando Mathew por um breve instante antes de levar a mão direita a face e comprimir os lábios enquanto observava a reação de Stella desesperada a procurar de algo que parecia não encontrar junto ao cadáver.

Os aurores que acompanhavam o grupo quiseram aproximar para prosseguir seu trabalho, mas com um aceno de mão e outro de cabeça Zaad deixou claro que aquele não era o momento, afinal ali estava uma mãe que havia perdido um filho e precisava do tempo que fosse necessário para processar mesmo que minimamente aquele trauma.

Os fatos seguintes foram acompanhados por Zaad sem muita proximidade para dar a família a privacidade que necessitavam. - Vocês dois vasculhem as ruas do beco, cada estabelecimento, cada centímetro e capture o comensal que fez isso. Se ele resistir não faço questão que ele seja capturado com vida. Ele sabia que aquele não era o tipo de ordem correta a dar, mas a dor que Stella parecia sentir o fez por alguns instantes esquecer os protocolos que seu cargo exigia.

De longe ele observava um caça ao tesouro que a mulher parecia faze, todavia seus olhos pareciam incrédulos ao perceber o que havia acontecido. O menino estava muito machucado, mas vivo. Naquele momento ele conversou com os aurores que ainda estavam junto a eles. - Recolha o corpo e encaminhe para o departamento de investigação e peça a exumação do cadáver. Delegou a função a um dos homens enquanto caminhava em direção a Matthew.

O ministro parecia preocupado com a esposa e o filho, assim sendo solicitou a ajuda de Zaad para amparar o menor, porém Yohan começou a debater como se tentasse fugir. - Petrificus Totalus. Após petrificar a criança o subsecretário encarou o ministro. - Sinto muito senhor, mas foi necessário.

O loiro segurou o garoto nos braços e aparatou do local junto com os demais em direção ao St. Mungus.

[Off com Matthew O. Van Harther, Yohan S. Van Harther, Stella Swosfield.]





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